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Arbitragem

Gustavo Gómez elogia arbitragem, mesmo com lance duvidoso; Entenda

O lance de Marçal em Andreas Pereira dominou a reação palmeirense nas redes durante o 0 a 0 no Rio. No vestiário, o capitão do Palmeiras foi na direção contrária.

Gustavo Gómez marca o gol da vitória do Palmeiras contra o Athletico. Foto Palmeiras
Gustavo Gómez marca o gol da vitória do Palmeiras contra o Athletico. Foto Palmeiras

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Gustavo Gómez, Andreas Pereira, Barboza

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O empate sem gols no Estádio Nilton Santos deixou o Palmeiras a um ponto do Flamengo, mas não foi o placar que ocupou a torcida alviverde nas redes sociais neste domingo (6). Foi um lance do primeiro tempo — e a sensação de que ele deveria ter mudado o jogo.

Marçal, lateral-esquerdo do Botafogo, derrubou Andreas Pereira na entrada da área quando o meia avançava em direção ao gol. O árbitro Rodrigo José Pereira de Lima aplicou o cartão amarelo, e o Palmeiras parou em campo pedindo o vermelho direto: o entendimento alviverde era de que Andreas seguia sozinho em direção ao gol e o lateral foi o último homem. O VAR não chamou a revisão no monitor.

O que o palmeirense escreveu enquanto o jogo corria

A reação foi imediata e girou toda em torno do mesmo argumento: a posição de Andreas Pereira no momento da falta. “Inacreditável não ter a expulsão. Andreas tava de frente pro gol”, escreveu um torcedor. “Lance de Marçal era de expulsão indiscutível”, reclamou outro, que falava em prejuízo no campeonato.

O tom se repetiu ao longo da noite. “Esse lance em cima do Andreas era claro pra vermelho”, resumiu mais um. Outros dois foram mais curtos e mais diretos: “Cara, isso era pra expulsão” e “bizarro não ter sido falta pra expulsão”.

No vestiário, o capitão foi na direção oposta

Enquanto a arquibancada digital cobrava, Gustavo Gómez fazia o caminho inverso. O capitão contou que conversou com o árbitro depois do apito final e escolheu elogiá-lo publicamente.

Tive uma conversa super tranquila com o árbitro. Acho que ele é um dos melhores do Brasil.

Gustavo Gómez, capitão do Palmeiras

A ressalva do zagueiro não foi sobre o lance de Marçal, e sim sobre o volume de cartões: ele disse ter discordado de que tudo precise virar advertência, e que o árbitro pode melhorar nesse ponto. Foram cinco amarelos na partida, além do vermelho que tirou Barboza nos acréscimos.

É justamente aí que a distância entre a arquibancada e o vestiário fica maior. Para o torcedor, o Palmeiras jogou 90 minutos contra onze quando deveria ter enfrentado dez, e ainda terminou com um a menos. Para o capitão, o problema da arbitragem foi o excesso de cartão, não a falta dele.

A conta que sobra

O 0 a 0 custou a liderança: o Palmeiras ficou com 53 pontos, um atrás do Flamengo, que havia vencido mais cedo na mesma rodada. A expulsão de Barboza tira o zagueiro do Choque-Rei contra o São Paulo, no sábado (12). Antes disso, na quarta-feira (9), o time recebe a Liga de Quito pela Libertadores, no Nubank Parque.

Os números da partida e o efeito na tabela estão no pós-jogo do empate no Rio. E a avaliação de quem entrou em campo é sua: dê sua nota aos jogadores do Palmeiras.

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Sobre o autor

Thiago Gomes é jornalista e editor-chefe do Portal do Palestra. Fundador do Palmeiras Online, ex-diretor do Palmeiras, administrador de empresas e especialista em marketing digital, acompanha e analisa o clube em texto e vídeo. Pelo Palmeiras, sempre!

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