
Em 29 de junho de 1947, o Palmeiras venceu a Portuguesa por 2 a 0 no Pacaembu e alcançou a quarta vitória consecutiva no Campeonato Paulista. Lima abriu o placar aos 37 minutos do primeiro tempo; Manoelão marcou contra aos 33 da etapa final.
A Gazeta publicou a cobertura no dia seguinte com uma leitura equilibrada: nenhum dos times apresentou seu melhor futebol, mas o Palmeiras foi mais eficiente. A página do acervo do Portal do Palestra preserva o texto, uma fotografia do ataque alviverde e a dimensão econômica de uma rodada de grande público.

A Portuguesa teve momentos melhores
A Portuguesa conseguiu pressionar e, em alguns trechos, levou mais jogadores ao campo de ataque. Faltou precisão para transformar o volume em gols. O Palmeiras suportou a fase desfavorável, fechou espaços e esperou as oportunidades para acelerar.
O primeiro gol nasceu quando Lima encontrou espaço dentro da área e concluiu. A vantagem permitiu ao líder atuar com mais controle, embora a partida continuasse equilibrada e tecnicamente irregular.
Eficiência decidiu uma tarde sem brilho
Na etapa final, a Portuguesa voltou a buscar o empate. O Palmeiras respondeu com transições e obrigou a defesa adversária a trabalhar. Manoelão desviou contra o próprio patrimônio e estabeleceu o 2 a 0.
A reportagem destacou Luizinho, Simão, Túlio, Waldemar, Lima e Canhotinho entre os melhores. O resultado premiou uma equipe capaz de vencer mesmo sem reproduzir toda a qualidade exibida nas rodadas anteriores.
O início invicto ganhava consistência
A temporada de 1947 mostra como a vitória se encaixou no começo do campeonato. O retrospecto contra a Portuguesa amplia o confronto, e a goleada sobre o Comercial por 7 a 1 apresenta outra face daquele ataque.
A crônica sobre João Capalbo devolve a voz do torcedor à mesma época. Juntas, as páginas unem campo, arquibancada e memória social.
A quarta vitória consecutiva
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29 de junho de 1947 Portuguesa e Palmeiras entram no Pacaembu O líder busca manter o aproveitamento perfeito.
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Primeiro tempo A Portuguesa pressiona em alguns períodos A defesa alviverde preserva o zero.
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37 minutos Lima abre o placar O atacante transforma uma oportunidade em vantagem.
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Segundo tempo A Portuguesa tenta reagir O Palmeiras controla os momentos de maior risco.
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33 minutos Manoelão marca contra O segundo gol define o 2 a 0.
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30 de junho A Gazeta publica a cobertura A eficiência do vencedor é destacada.
Uma vitória de campanha no Memorial
Na Enciclopédia Alviverde, o jogo mostra que sequências vencedoras também são construídas em tardes discretas. A ficha, a fotografia e a análise contemporânea explicam por que o 2 a 0 teve peso além do placar.
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