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Jogo e jogadores citados no texto
A goleada sobre o Vasco no Nubank Parque não foi construída no ritmo em que terminou. Por 45 minutos o Palmeiras rodou a bola sem furar um adversário fechado, e o que mudou a partida foi uma correção no intervalo somada a três jogadores que resolveram individualmente. Esta é a leitura do Portal do Palestra sobre as atuações — sem nota, sem média, sem placar de desempenho.
Flaco López fez o que faltava: chutar
Enquanto o time insistia em cruzamento — 14 tentativas, uma certa — Flaco López foi o único que tratou a área lotada como um problema a ser resolvido de longe. Os dois gols dele saíram do mesmo jeito: bola fora da área, pé esquerdo, canto superior esquerdo de Léo Jardim. O primeiro aos 2 do segundo tempo, o segundo aos 44. Na semana em que o clube recusou proposta da Rússia e encaminhou a renovação até 2030, o argentino entregou a atuação mais objetiva do elenco na rodada.
Andreas Pereira achou a transição que faltava
Andreas Pereira foi quem entendeu primeiro que o caminho não era pelo alto. A assistência para o gol de Maurício, aos 11 do segundo tempo, nasceu de uma saída rápida em que ele dispensou o passe lateral e jogou à frente. O Palmeiras terminou com 474 passes certos e 57% de posse, mas o número que explica a noite é outro: os 36 cortes do Vasco, que só começaram a falhar quando a bola passou a chegar em velocidade.
Maurício e Vitor Roque cobraram a conta
Maurício vinha de uma sequência discreta e apareceu na área no momento certo, finalizando de dentro para fazer o terceiro. Vitor Roque converteu o pênalti aos 6 com frieza, no canto direito, e saiu aos 26 para a entrada de Jhon Arias — que, em vinte minutos, ainda deu a assistência do quarto gol.
A troca do intervalo, e o que ela diz sobre o sistema
Abel Ferreira sacou Barboza e colocou Murilo no intervalo. Não foi uma substituição de lesão nem de desgaste: foi a escolha de um zagueiro que sai jogando mais curto e acelera a primeira fase. O Palmeiras voltou do vestiário tirando a bola do fundo em menos toques, e os três gols em nove minutos vieram dessa mudança de ritmo, não de uma alteração de desenho.
O que ficou de alerta
O gol de Facundo Colidio aos 49 do segundo tempo, de cabeça na pequena área, é o terceiro que o Palmeiras sofre nos acréscimos em quatro jogos. Carlos Miguel fez três defesas e não teve culpa em nenhum lance, mas a marcação da última bola alçada segue sendo o problema mais repetido do time. O detalhamento completo, com estatísticas e eventos minuto a minuto, está na ficha da partida.
Abel deve tratar do assunto na entrevista após o jogo, que fica disponível na página de coletivas do técnico.
Esta é a leitura do Portal. A sua vale igual: dê a sua nota a cada jogador do Palmeiras na goleada sobre o Vasco.
Se preferir ouvir a avaliação em vez de ler, ela está na análise em vídeo do 4 a 1, com os veredictos sobre Carlos Miguel e Giay.
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