
A transferência de Allan ao Manchester City fechou e colocou o meia-atacante no pódio financeiro do Palmeiras. Ele é agora a terceira maior venda da história do clube, atrás apenas de Estêvão, negociado com o Chelsea, e de Endrick, que saiu para o Real Madrid.
O ranking histórico do clube
- Estêvão, para o Chelsea — 61,5 milhões de euros
- Endrick, para o Real Madrid — 60 milhões de euros
- Allan, para o Manchester City — 40 milhões de euros
- Vitor Reis, para o Manchester City — 35 milhões de euros
- Gabriel Jesus, para o Manchester City — 32 milhões de euros
- Richard Ríos, para o Benfica — 30 milhões de euros
- Luis Guilherme, para o West Ham — 30 milhões de euros
- Danilo, para o Nottingham Forest — 20 milhões de euros
- Artur, para o Zenit — 18 milhões de euros
- Kevin, para o Shakhtar Donetsk — 15 milhões de euros
No caso de Allan, o acordo prevê 37,5 milhões de euros fixos e mais 2,5 milhões em bônus por metas. A operação de Estêvão com o Chelsea também foi construída em duas partes: 45 milhões fixos e 16,5 milhões atrelados a desempenho. Na venda de Endrick, o valor cheio incluiu impostos e taxas que os clubes espanhóis recolhem ao governo — a parte que coube ao Palmeiras foi de 35 milhões fixos, parcelados, mais 25 milhões em bônus.
Três dos três primeiros vieram da mesma casa
O detalhe que explica o modelo: Estêvão, Endrick e Allan são Crias da Academia. Nenhum dos três custou transferência ao Palmeiras — os três foram formados na base, em Guarulhos, e vendidos direto para a Europa. O mesmo vale para Vitor Reis, o quarto da lista. É a estrutura que o portal já mapeou em as cinco maiores vendas da era Leila, todas saídas da mesma casa.
Com a saída de Allan, o Palmeiras passa a ter quatro nomes entre as doze maiores vendas já feitas por clubes brasileiros — uma concentração que nenhum outro clube do país reproduz no período. O portal já havia comparado esse volume com o de gigantes europeus em Palmeiras supera Barcelona e Real Madrid em vendas.
A despedida
Ao deixar o clube, Allan publicou um texto de agradecimento em que resume a passagem pela formação alviverde.
Essa camisa me ensinou a competir, ter paciência e continuar trabalhando. Saio formado levando tudo que vivi, mas uma parte de mim sempre vai estar aqui
Ele deixa o elenco em um momento em que Abel Ferreira tem cinco jogadores no departamento médico e disse publicamente que não pretende recorrer ao mercado para repor — posição detalhada em Abel descarta reforço.
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