
O vínculo de Abel Ferreira com o Palmeiras vai até o fim de 2027 e termina junto com o mandato da presidente Leila Pereira. Foi esse desenho que o comentarista Alex Muller usou, no Mesa Redonda deste domingo, para dizer que a permanência do português não depende de resultado.
“Abel tem contrato até o fim do ano que vem, até o fim da gestão da presidente Leila. Ele só sai do Palmeiras se quiser”, afirmou.
A ressalva que ele mesmo fez
Muller não tratou a permanência como garantia absoluta. Ele abriu uma exceção ligada ao desfecho da temporada, com o clube vivo em três frentes: “Se de repente o Palmeiras perde as três, a torcida faz uma pressão muito grande, de repente ele pode até repensar. Mas só se um clima hostil e diferente for criado caso o Palmeiras passe uma tragédia futebolisticamente esse ano”.
Ainda assim, ele fechou pelo lado da continuidade: “Mesmo se perder as três, o Abel está lá em janeiro fazendo a pré-temporada”.
O contexto que dá peso à conversa
A discussão sobre o futuro de Abel não nasce agora. Ele é o técnico de um grupo que chegou às semifinais da Libertadores e da Copa do Brasil no mesmo ano e disputa o Brasileirão até a última rodada. No campo institucional, o clube vive semanas agitadas, com a cobrança de conselheiros à família da presidente e a procura por um novo patrocinador máster.
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