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Torcedores do Palmeiras respondem à Leila em frente ao Allianz

Faixa em protesto dos torcedores do Palmeiras, exposta na Rua Palestra Italia (Foto: Reprodução/Redes Sociais)
Faixa em protesto dos torcedores do Palmeiras, exposta na Rua Palestra Italia (Foto: Reprodução/Redes Sociais)

Um dia depois de apresentar o lateral-direito Khellven e de, em entrevista coletiva, pedir paciência à torcida do Palmeiras, a presidente Leila Pereira recebeu a resposta em tom de protesto.

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Nesta sexta-feira (8), após a reapresentação da comissão técnica e dos jogadores do Verdão na Academia de Futebol, o Palmeiras apresentou Khellven, que já treinou com o elenco. Antes, na terça-feira (5), o lateral-direito conheceu os novos companheiros de clube, aqueceu com os atletas mas fez exercícios à parte.

Treinador, auxiliares e jogadores receberam um dia de folga, na quinta-feira (7), após o revés sofrido na noite anterior, diante de 41.468 pameirenses no Allianz Parque, onde o Corinthians fez o que o Palmeiras devia ter feito e eliminou o Verdão na Copa do Brasil. O arquirrival venceu o Alviverde por 2 a 0, aumentando a vantagem no placar agregado das oitavas de final do torneio para 3 a 0.

Os ânimos ficaram aflorados no Palestra Italia e parte da torcida proferiu ofensas ao técnico Abel Ferreira e vaiou o elenco do Palmeiras. Na mesma noite, o executivo de futebol, Anderson Barros, tentou explicar o que acontece para o clube ter um investimento de meio bilhão de reais e o Palmeiras não avançar, como era esperado diante das contratações realizadas.

Antes de apresentar Khellven, nono reforço à temporada, contratado do CSKA, da Rússia, por cerca de R$ 32 milhões, e que decidiu retornar ao Brasil para assinar com o Palmeiras até o fim de 2029, ou seja, 4 anos e 4 meses; a presidente do clube, Leila Pereira, concedeu entrevista na qual pediu paciência aos torcedores diante da eliminação do time na Copa do Brasil para o principal rival.

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Em resposta ao pedido da executiva palmeirense, torcedores do Palmeiras estenderam uma faixa de protesto nos postes da Rua Palestra Italia, em frente ao Portão A da Arena Allianz Parque, com o alerta: “Paciência é o c******/Acabou a paz”. Paulo Serdan, um dos fundadores da principal organizada do clube, em suas redes sociais, também atacou dirigentes e o técnico Alviverde.

Filho de Dona Norma de Luca, fundadora da Escola de Samba Mancha Verde, Serdan, hoje presidente da agremiação sambista, criticou a forma como Leila Pereira administrou o que recebeu de Maurício Galiotte, seu antecessor na presidência do Palmeiras. Além de apontar o desmonte no elenco, Paulinho apontou Abel Ferreira co-responsável pelas contratações de jogadores medianos ao time.

Serdan disse que Leila não é precursora do modelo de gestão do Palmeiras, lembrando que a reformulação do futebol, das finanças e estrutura do clube foram implementados pelo ex-presidente Paulo Nobre, que esteve à frente do comando do Maior Campeão do Brasil entre os anos de 2013 e 2016, antes de ser sucedido por Galiotte.

A faixa deste sábado não foi a primeira a ser exposta na rua do Palestra Italia. Na fatídica noite de quarta-feira, outras três foram penduradas. Em uma os torcedores fizeram trocadilho com o título do livro de Abel Ferreira e escreveram “Cabeça Vazia, Fralda Cheia, time cagão”; na outra, mandaram um “Fora, Abel” e na terceira, “Presidente Inexistente, Diretoria Incompetente”.

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Sobre o autor

Jornalista formado, carrego o verde no coração e nas palavras. Especializado em cobrir o Palmeiras, transformo paixão em análises técnicas e narrativas profundas. Acompanho cada jogo, treino e bastidores do Verdão, trazendo conteúdo exclusivo e autêntico. Minha caneta honra a história centenária Alviverde, conectando torcedores às emoções do clube que move minha carreira.

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