
Em 2 de junho de 1935, o Palestra Italia perdeu para o Santos por 1 a 0 na Vila Belmiro. Raul marcou o único gol ainda no primeiro tempo, mas o principal personagem da cobertura de A Gazeta foi o goleiro Cyro.
A página publicada em 3 de junho e preservada no acervo do Portal do Palestra descreve um jogo em que a equipe alviverde teve longos períodos de pressão, encontrou uma defesa organizada e não conseguiu transformar sua produção ofensiva em gol.

Raul decidiu a partida antes do intervalo
O primeiro tempo começou equilibrado. O Palestra articulava melhor algumas ações, mas o Santos cresceu e passou a atacar com mais força. Aos 35 minutos, Raul recebeu na área, deslocou-se para a esquerda e marcou o gol que definiria a tarde.
A vantagem mudou o desenho do jogo. O Santos pôde concentrar energia na proteção de sua área, enquanto o Palestra foi obrigado a acelerar. A equipe visitante chegou ao intervalo atrás no placar, apesar de ter mostrado coordenação ofensiva.
Cyro transformou a pressão em resistência
No segundo tempo, o Palestra atacou por diferentes setores. Cyro saiu do gol, defendeu cabeçadas e realizou intervenções em sequência. A reportagem o chama de grande atração da tarde e afirma que ele confirmou a reputação levada ao clube.
A defesa santista também contou com Neves, Badu, Figueira, Ferreira e Martellette. O trabalho coletivo limitou os espaços e permitiu que o goleiro respondesse quando a bola atravessava a primeira proteção.
O Palestra atuou com Aymoré; Carnera e Begliomini; Tunga, Dula e Tuffy; Avelino, Fogueira, Romeu, Carnieri e Imparato. A formação mostra a quantidade de nomes mobilizados para atacar uma barreira que permaneceu intacta até o apito final.
Um gol anulado e oportunidades sem conclusão
A cobertura registra um gol palestrino anulado no segundo tempo porque o árbitro já havia interrompido o lance. Houve reclamação leve, mas a partida continuou. O Palestra ainda criou novas oportunidades e voltou a parar em Cyro ou na retaguarda.
O jornal avaliou que a equipe alviverde foi superior em vários momentos, embora essa vantagem não tenha se tornado ampla. O resultado pertence ao Santos porque a defesa foi mais eficiente e Raul aproveitou uma das chances decisivas.
O confronto dentro da temporada de 1935
O Data Palestra registra dois jogos entre os clubes naquele campeonato: a vitória santista em junho e um empate por 0 a 0 em setembro. A página histórica do Santos concentra o retrospecto.
A temporada de 1935 amplia o calendário. A disputa da Taça Júlio Prestes em 1930 e as imagens de Oberdan contra o Santos em 1944 conectam outros capítulos da rivalidade.
O gol de Raul e a resistência de Cyro
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2 de junho de 1935 Santos e Palestra entram na Vila Belmiro A partida começa equilibrada.
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35 minutos Raul marca para o Santos O gol nasce na primeira etapa e muda o desenho do jogo.
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Intervalo Santos vence por 1 a 0 A equipe da casa prepara uma defesa mais concentrada.
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Segundo tempo O Palestra aumenta a pressão Cyro realiza defesas e a retaguarda fecha os espaços.
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Etapa final Um lance palestrino é anulado A equipe visitante continua buscando o empate.
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Fim de jogo Santos confirma a vitória mínima A defesa santista preserva o gol de Raul.
A derrota contada pelo desempenho do adversário
Na Enciclopédia Alviverde, o documento mostra por que derrotas também merecem apuração. O jogo preserva a pressão palestrina, o gol decisivo e uma grande atuação do goleiro rival.
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Retrospecto no Data Palestra






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