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Paulinho
Ver jogadorPaulinho foi ao gramado pelo segundo dia seguido. No treino de sábado (26) na Academia de Futebol, o atacante repetiu o que já tinha feito na sexta: trabalho na parte interna do centro de excelência e depois no campo, sob supervisão do Núcleo de Saúde e Performance. É a evolução mais concreta desde que ele parou, no fim de julho.
O treino foi com 11 desfalques
Enquanto Paulinho cumpre cronograma próprio, o restante do grupo trabalhou desfalcado de onze jogadores — os oito das seleções principais e o trio que está com a Seleção Sub-20. A atividade teve dois blocos: um 10 contra 10 em campo reduzido, sem goleiros e com oito minigols nas extremidades, com ênfase em posse e marcação; depois, um 11 contra 11 com goleiros.
O formato explica a escolha. Sem os convocados, o elenco disponível não fecha dois times completos em padrão de jogo, e o campo reduzido com minigols mantém intensidade e repetição sem exigir o efetivo cheio. É o tipo de trabalho que a comissão só consegue fazer em janela sem jogo, uma das três metas definidas para a parada.
O que vem pela frente
O grupo folga neste domingo e retoma os treinos na segunda-feira. O próximo compromisso é em 8 de outubro, contra o Bahia, no Nubank Parque, às 21h30, pela 29ª rodada do Brasileirão — jogo para o qual o atacante é a principal expectativa de retorno.
A cautela do clube tem motivo. Antes desta lesão, Paulinho cumpriu uma recuperação de 441 dias por cirurgia na mesma perna, voltou a ser titular e parou de novo pouco depois. Por isso a liberação para treinar com o grupo, que é a etapa seguinte, vem sendo tratada como gradual.
Atualização de segunda-feira: terceiro dia seguido no gramado
Nesta segunda-feira (28), Paulinho voltou a trabalhar separado do grupo, de novo no gramado da Academia de Futebol e sob supervisão do Núcleo de Saúde e Performance. É o terceiro dia seguido de trabalho de campo, ainda sem integração ao elenco.
A lesão também ganhou nome preciso: é no tendão do músculo adutor longo da perna direita. Enquanto ele cumpre o cronograma próprio, o restante do grupo fez cerca de duas horas de trabalho técnico e tático, com treino posicional de construção de jogadas, finalizações, enfrentamentos de ataque contra defesa e uma disputa de pênaltis — ainda com os onze convocados fora.
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