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Brasileirão

Para Abel, Palmeiras teve “muita transpiração e pouca inspiração”

Abel Ferreira em coletiva após Palmeiras 0 x 0 Fluminense, pela 35ª rodada do Brasileirão 2025, no Allianz Parque (Foto: Reprodução/TV Palmeiras/ YouTube)
Abel Ferreira em coletiva após Palmeiras 0 x 0 Fluminense, pela 35ª rodada do Brasileirão 2025, no Allianz Parque (Foto: Reprodução/TV Palmeiras/ YouTube)

Após o empate sem gols entre Palmeiras e Flamengo, Abel Ferreira lamentou as ausências de Lucas Evangelista e Andreas Pereira, e criticou a falta de criatividade do time.

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Lamentando as poucas chances criadas no meio de campo do Palmeiras, no empate sem gols com o Fluminense, o técnico Abel Ferreira lembrou as ausências dos meias armadores Lucas Evangelista e Andreas Pereira. Entretanto, não explicou porque preferiu Emiliano Martínez em vez de improvisar Bruno Fuchs como volante.

Zagueiro de origem, o camisa 3 fez boas partidas atuando avançado, armando jogadas para o ataque Alviverde e em duas oportunidades balançou as redes adversárias. Já o camisa 32 não foi bem na primeira etapa e permaneceu no segundo tempo, com pouca melhora, até a entrada de Fuchs, aos 30 minutos.

Na coletiva após o jogo, Abel Ferreira afirmou que “o campeonato está entregue”, dando a entender que o campeão desta edição do Brasileirão já está definido. A situação se complicou porque o Palmeiras foi a 70 pontos e o Flamengo abriu 4 de vantagem, na liderança, depois de derrotar o Red Bull Bragantino por 3 a 0, no Maracanã.

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Um dos motivos para o pessimismo velado do comandante português é a exaustão do elenco com jogos em sequência, Datas FIFA, e o baixo rendimento físico de Aníbal Moreno e Raphael Veiga, por exemplo, que não tem tido fôlego para lutas de 90 minutos, mantendo o ritmo do apito inicial até o último.

Além disso, Abel não esconde críticas ao desempenho coletivo. Ele reprovou a atuação da equipe no primeiro tempo e reforçou que, apesar de terem ajustado no segundo tempo e criado melhores chances, houve improdutividade. Essa análise austera mostra que ele encara o título não só como uma meta, mas como uma missão profissional.

Mas nem tudo é pessimismo puro. Abel evita jogar a toalha: seu “jogo a jogo” não é só retórica, é uma tentativa consciente de manter o equilíbrio mental do time. Ele lembrou que o Verdão já demonstrou força em viradas históricas, como a por 4 a 0 sobre a LDU, e disse confiar em seu elenco até o fim.

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Sobre o autor

Jornalista formado, carrego o verde no coração e nas palavras. Especializado em cobrir o Palmeiras, transformo paixão em análises técnicas e narrativas profundas. Acompanho cada jogo, treino e bastidores do Verdão, trazendo conteúdo exclusivo e autêntico. Minha caneta honra a história centenária Alviverde, conectando torcedores às emoções do clube que move minha carreira.

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