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Jogo e jogadores citados no texto
O Palmeiras vai voltar a campo contra o Bahia, quinta-feira (8), 18 dias depois do último jogo e sem ter feito nem um amistoso na Data Fifa. A escolha da comissão técnica foi preservar os jogadores, num mês em que o clube tem sete compromissos, e treinar com o que tinha em casa: o elenco desfalcado por 11 convocados e os Crias da Academia.
Por que a comissão optou por não jogar
A leitura foi a do desgaste acumulado da temporada e do calendário que vem pela frente: duas semifinais da Libertadores contra o Fluminense e dois clássicos pelo Brasileirão, num total de sete jogos em outubro. Jogo-treino com os poucos titulares disponíveis traria risco de lesão sem ganho de ritmo, e o clube já havia lidado com problemas físicos de convocados depois da Copa do Mundo.
O que o Palmeiras fez no lugar
Com oito jogadores nas seleções principais e três na Sub-20, o grupo trabalhou com coletivos de dois tempos, com Crias da Academia no meio dos profissionais, trabalho tático de saída de bola e marcação e finalizações com estacas e bonecos. Paulinho cumpriu programa próprio, e a maior parte do elenco só se reapresenta na véspera do jogo.
O custo da escolha
Sem jogo, o Palmeiras reencontra o campeonato com Abel Ferreira suspenso e com a lateral esquerda em aberto, e o Bahia, que chega a São Paulo com o time quase completo, também ficou 18 dias sem jogar, desde a derrota por 2 a 1 para o Athletico-PR. O dado que mais pesa é de dentro: o Palmeiras caiu de 77% de aproveitamento no turno para 48% no returno, e metade dos gols que sofreu na temporada saiu depois dos 75 minutos, justamente o trecho em que o ritmo de jogo mais conta.
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