
Recentemente o técnico fez mea-culpa ao explicar porque usa Zé Rafael na função de volante, no Palmeiras, justificando como “incapacidade de contratar um número 5”. Janela fecha no próximo dia 02.
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A janela de transferências de meio de temporada foi aberta na última segunda-feira (03), e vai até o dia 02 de agosto. Até lá, respeitando algumas regras, clubes do mundo inteiro poderão negociar entre si a compra, venda ou empréstimos de jogadores.
No Palmeiras , a diretoria de futebol tem negociado a maioria dos atletas que não estão nos planos do treinador Abel Ferreira e outros cujas propostas são irrecusáveis, como Giovani, por exemplo.
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No entanto, o clube também tem, como uma de suas prioridades, nesta janela, a contratação de um volante de ofício já que, desde a saída de Danilo para o Nottingham Forest (Reino Unido), o time tem encontrado dificuldades para dispor jogador que atue no setor, quando há a ausência de Zé Rafael, improvisado na função e, atualmente, desfalque por estiramento do ligamento do joelho-direito.
Porém, Anderson Barros, diretor de futebol, não está autorizado a contratar um “5” a qualquer custo.
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E é justamente a barreira financeira que tem causado transtornos ao executivo de futebol para reforçar o elenco do Palestra. Depois de contatos com a Udinese e o estafe de Walace, por exemplo, o Palmeiras desistiu de negociar diante das imposições do clube italiano, que estipulou a venda em € 10 milhões.
No início do ano e, também, no último mês, os empresários de Allan, do Atlético-MG, tentaram a transferência do atleta à Academia de Futebol, mas a diretoria do Galo não reduziu o valor e, assim, Barros desistiu da negociação.
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Para manter os titulares no time de Abel Ferreira, Leila Pereira e Anderson Barros negociaram renovações com a maioria, valorizando seus salários. Isso causou um déficit financeiro nas contas do Verdão, apesar de um retrospecto invejável de importantes conquistas, nos últimos anos, e de saneamento das dívidas.
A presidente do Palmeiras, inclusive, já mencionou que, por muitas vezes, as premiações que o clube recebe nem são depositadas nas contas da entidade, indo para pagamento de “bicho” e impostos.
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