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Futebol

Palmeiras fecha a janela perto da meta e escolhe a base para repor Allan

Com as saídas de Allan e Riquelme Fillipi, o clube passou de 95% da receita prevista com transferências em 2026 — e não pretende gastar o dinheiro em reforço de impacto.

Allan comemora gol pelo Palmeiras
Allan comemora gol pelo Palmeiras

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Heittor, Benedetti, Erick Belé +1

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A venda de Allan ao Manchester City deixou o Palmeiras a um passo da meta de receita com transferências prevista no orçamento de 2026. O documento divulgado pelo clube estimava R$ 399,6 milhões em negociações de atletas no ano; com a saída do meio-campista, por R$ 240 milhões, e a de Riquelme Fillipi ao Inter Miami, por R$ 30 milhões referentes a 60% dos direitos econômicos, o total chega a cerca de R$ 380 milhões — mais de 95% do previsto. A conta das finanças do clube fecha o ano no azul nesse capítulo.

A posição inicial da diretoria para a janela era outra: manter os principais ativos e alcançar a meta com vendas secundárias. A proposta do City reescreveu o plano. Allan se tornou a terceira maior venda da história do Palmeiras, atrás apenas de Estêvão, negociado com o Chelsea, e de Endrick, vendido ao Real Madrid — e à frente do zagueiro Vitor Reis, que havia saído para o próprio City.

399,6 R$ milhões
a meta de receita com venda de atletas prevista pelo Palmeiras no orçamento de 2026
Palmeiras

O dinheiro de Allan não vira reforço de impacto

O clube não pretende usar a receita da negociação para uma contratação de peso. A diretoria segue atenta a oportunidades, mas não deve repetir o desembolso das chegadas de Jhon Arias e Vitor Roque, cada uma na casa dos 25 milhões de euros. Abel Ferreira já havia esfriado a expectativa ao falar do critério definido pela presidente.

A reposição está dentro de casa

A lacuna deixada por Allan no meio-campo deve ser preenchida por quem já está no clube. Heittor é o nome mais avançado nessa fila, e atrás dele vem o quinteto que decide o Brasileirão Sub-20 nesta sexta-feira: Erick Belé, Luis Pacheco, Koné, Benedetti e Felipe Teresa.

É a mesma engrenagem que produziu o próprio Allan, Estêvão e Endrick — só que agora cobrada a entregar rendimento imediato no time principal, e não daqui a duas temporadas. A final de sexta, no Nubank Parque, vira também uma vitrine para a diretoria.

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Sobre o autor

Thiago Gomes é jornalista e editor-chefe do Portal do Palestra. Fundador do Palmeiras Online, ex-diretor do Palmeiras, administrador de empresas e especialista em marketing digital, acompanha e analisa o clube em texto e vídeo. Pelo Palmeiras, sempre!

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