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Jogo, jogadores e histórico dos adversários
O Palmeiras precisou de sete finalizações para marcar duas vezes e vencer o Fluminense no Maracanã, nesta quarta-feira (14). Na visita anterior ao estádio, em agosto, havia chutado 16 vezes e feito os mesmos dois gols — mas terminou derrotado por 3 a 2. Dois meses depois, o resultado passou a ser 2 a 1 para o Verdão.
Levantamento exclusivo do Data Palestra, do Portal do Palestra, compara as duas partidas no Rio em 2026. O ataque palmeirense repetiu a produção de gols com nove tentativas a menos. No outro lado do campo, o Fluminense também finalizou menos: caiu de 17 para 11 chutes.
Contagens por faixa de minutos. Todas as barras usam a mesma escala.
- No alvo e gols fazem parte dos chutes. Não somar.
Colunas por faixa de minutos, em finalizações / gols. 15/08 · Brasileiro: 25 no total, mais na faixa Chutes (16); 14/10 · Libertadores: 14 no total, mais na faixa Chutes (7). As colunas partem do zero
Ver os dados em tabela
| Faixa de minutos | 15/08 · Brasileiro (finalizações / gols) | 14/10 · Libertadores (finalizações / gols) |
|---|---|---|
| Chutes | 16 | 7 |
| No alvo | 7 | 5 |
| Gols | 2 | 2 |
Dois gols em cada visita, resultados opostos
Na partida de 15 de agosto pelo Brasileiro, o Palmeiras chegou a abrir 2 a 1 aos 82 minutos. Sofreu o empate aos 85 e a virada aos 90+2. O time saiu do Maracanã derrotado apesar de ter acertado sete finalizações no alvo.
Na ida da semifinal da Libertadores, acertou cinco chutes no alvo e ganhou. Flaco López marcou aos 45 minutos, e Marlon Freitas ampliou aos 85. O gol do Fluminense só veio aos 90+3, quando o Palmeiras já tinha dois de vantagem.
A diferença entre as duas noites aparece, portanto, também na sequência do placar. Em agosto, o gol palmeirense perto do fim antecedeu uma virada. Em outubro, a equipe ampliou sua liderança e terminou na frente, mesmo sofrendo um gol nos acréscimos.
O Fluminense teve mais bola e finalizou menos
O percentual de posse do Palmeiras caiu de 40% para 30%, em valores arredondados. A posse tricolor cresceu, mas o número de finalizações diminuiu: seis tentativas a menos e três chutes no alvo, contra seis em agosto.
Esse é o contraste mais relevante para a leitura defensiva. O Fluminense conseguiu ficar mais tempo com a bola sem repetir o volume de conclusões da vitória pelo Brasileiro. Os totais ajudam a dimensionar a mudança; para localizar os espaços fechados e a origem de cada chance, é preciso acompanhar os lances.
Sete chutes, cinco no alvo
O Palmeiras acertou o alvo em 71,4% das tentativas de outubro, contra 43,8% em agosto. A proporção de gols sobre o total de chutes passou de 12,5% para 28,6%. São duas medidas diferentes: uma registra a direção das finalizações; a outra, quantas terminaram em gol.
A comparação complementa a análise da vitória no Rio: a melhora do resultado veio acompanhada de menos finalizações dos dois times. O Palmeiras manteve seus dois gols e reduziu o que sofreu. Esse equilíbrio decidiu a primeira partida da semifinal.
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