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Futebol

Palmeiras teve 39% dos chutes e 63% das finalizações no alvo contra o Fluminense

Dos 18 chutes da semifinal, sete foram do Palmeiras. Nos chutes no alvo, o Verdão fica com cinco dos oito.

Flaco López vibra com o gol marcado contra o Fluminense, na ida da semifinal da Libertadores
Foto: Cesar Greco/Palmeiras

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Jogo, jogadores e histórico dos adversários

O Fluminense finalizou mais, mas foi o Palmeiras que terminou mais vezes na direção do gol na vitória por 2 a 1, nesta quarta-feira (14), no Maracanã. O Verdão teve sete dos 18 chutes da partida e cinco das oito finalizações no alvo. Quando a conta considera só os chutes no alvo, a vantagem passa para o Palmeiras.

Levantamento exclusivo do Data Palestra, do Portal do Palestra, mostra que o Palmeiras respondeu por 38,9% das tentativas do jogo e 62,5% dos chutes no alvo. No placar, também ficou com a maior parte: dois dos três gols da ida da semifinal da Libertadores.

Data Palestra Palmeiras acertou mais o alvo Fluminense 1 a 2 Palmeiras · 14 de outubro de 2026

Contagens por faixa de minutos. Todas as barras usam a mesma escala.

  1. No alvo e gols fazem parte dos chutes. Não somar.

Colunas por faixa de minutos, em finalizações / gols. Palmeiras: 14 no total, mais na faixa Chutes (7); Fluminense: 15 no total, mais na faixa Chutes (11). As colunas partem do zero

Ver os dados em tabela
Palmeiras acertou mais o alvo (finalizações / gols)
Faixa de minutosPalmeiras (finalizações / gols)Fluminense (finalizações / gols)
Chutes 7 11
No alvo 5 3
Gols 2 1

Levantamento exclusivo do Data Palestra, do Portal do Palestra

A diferença entre finalizar e acertar o alvo

O Fluminense terminou a partida com 11 finalizações, contra sete do Palmeiras. Três tentativas tricolores foram no alvo; do lado palmeirense, cinco tiveram essa direção. O Verdão produziu dois chutes no alvo a mais mesmo com quatro tentativas a menos.

Dentro da produção de cada equipe, 71,4% dos chutes do Palmeiras foram no alvo, contra 27,3% dos chutes do Fluminense. Esses percentuais medem a direção das conclusões. A distância da finalização, a pressão sobre o atacante e a dificuldade da defesa não aparecem nessa divisão.

A posse não se transformou em vantagem no alvo

O Fluminense teve 70% da posse, contra 30% do Palmeiras, em valores arredondados. Também terminou com seis escanteios, enquanto o Verdão não cobrou nenhum. Nenhuma dessas vantagens se repetiu na contagem de finalizações no alvo.

A leitura acrescenta números à análise da partida. A posse tricolor descreve quem ficou mais tempo com a bola. O balanço dos chutes mostra que esse tempo não se converteu em superioridade nas conclusões com a direção do gol.

Dois gols em momentos distintos

Flaco López abriu o placar aos 45 minutos, antes do intervalo. Marlon Freitas ampliou aos 85. O Palmeiras, assim, chegou aos minutos finais com dois gols de vantagem; o Fluminense diminuiu aos 90+3.

Os números sustentam uma conclusão específica: na primeira partida da semifinal, o Palmeiras colocou mais finalizações no alvo e marcou mais gols com menos tentativas. Eles não permitem afirmar que esse padrão se repetirá na volta, nem que cada chute palmeirense foi mais difícil para o goleiro.

O contraste também prolonga a discussão sobre posse e finalizações nos encontros anteriores de 2026. O histórico ajuda a comparar atuações; o que vale agora é a vantagem conquistada no Maracanã.

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Sobre o autor

Thiago Gomes é jornalista e editor-chefe do Portal do Palestra. Fundador do Palmeiras Online, ex-diretor do Palmeiras, administrador de empresas e especialista em marketing digital, acompanha e analisa o clube em texto e vídeo. Pelo Palmeiras, sempre!

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