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Palmeiras fica devendo contra Universitario; notas individuais

Micael em Palmeiras 0 x 0 Universitario, pelo jogo de volta das oitavas de final da Libertadores, no Allianz Parque(Foto: Cesar Greco/Palmeiras)
Micael em Palmeiras 0 x 0 Universitario, pelo jogo de volta das oitavas de final da Libertadores, no Allianz Parque(Foto: Cesar Greco/Palmeiras)

Diante de mais de 33 mil torcedores, o Palmeiras fez um jogo sem emoções contra o Universitario, sendo uma bola na trave o único lance mais perigoso do Verdão.

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Garantido às quartas na ida, o Palmeiras empatou com o Universitario sem gols, nesta quinta-feira, no Allianz Parque, diante de 33.203 torcedores, e garantiu, assim, a classificação às quartas de final da Conmebol Libertadores contra o River Plate, da Argentina.

No confronto de ida, realizado na semana passada em Lima, no Peru, a dupla ‘Flaco Roque’ fez o Palmeiras golear o Universitario por 4 a 0, com dois gols do argentino, em pleno Estádio Monumental U, casa dos adversários.

O jogo de volta foi apático, com pouquíssimos lances de perigo, especialmente ao Palmeiras cuja única oportunidade foi um cabeceio de Allan, no fim do primeiro tempo, que acertou o travessão de Sebastián Britos. O Universitario teve um gol anulado, aos 8 minutos do duelo.

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RESENHA COM O TORCEDOR MARCÃO

QUEM FOI BEM E QUEM FOI MAL EM PALMEIRAS 0 x 0 UNIVERSITARIO

  • WEVERTON: foi acionado poucas vezes e garantiu o terceiro jogo seguido sem ser vazado. A última vez que o arqueiro sofreu gol foi na vitória do Verdão sobre o Vozão, de virada, por 2 a 1, pela 19ª rodada do Brasileirão. Nos acréscimos, defendeu chute cruzado que garantiu o empate sem gols contra a equipe peruana. Foi bem.
  • MICAEL: integrou o esquema do treinador português com três zagueiros – Murilo e Gustavo Gómez -, atuando mal, pelo lado esquerdo. Errou passes em diferentes oportunidades, não foi com vontade nas divididas, demonstrando insegurança, e os desarmes que provocou foram por meio de faltas que cometeu. Apesar disso, com Bruno Fuchs no banco, jogou os 90 minutos. Foi mal.
  • MURILO: titular no segundo jogo seguido, depois de se recuperar de lesão muscular, sofrida no empate com o Inter Miami, na Copa do Mundo de Clubes da FIFA; ficou entre Micael e Gómez, pelo meio, e foi eficaz com posse de bola, com lançamentos às laterais, onde o Verdão buscou avanços com poucos momentos de perigo. Foi do camisa 26 um cabeceio defendido por Britos. Foi bem.
  • AGUSTÍN GIAY: de volta à titularidade, depois de começar do banco na vitória dos comandados do técnico Abel Ferreira contra a equipe de Davide Ancelotti; o lateral-direito argentino teve um início de jogo apagado e errou passes comuns. Ofensivamente, teve pouquíssimas oportunidades e na principal, pecou na finalização. Foi substituído na segunda etapa por Khellven. Foi regular.
  • EMILIANO MARTÍNEZ: praticamente não apareceu, a não ser aos 8 minutos da etapa inicial, quando se atrasou para chegar à bola que Vélez chutou e balançou as redes de Weverton. Entretanto, o gol foi anulado porque o árbitro Piero Maza entendeu que o centroavante Churín bloqueou a visão do goleiro do Verdão, o que não aconteceu. No decorrer do segundo tempo, deu a vaga a Aníbal Moreno. Foi mal.
  • ALLAN: teve apenas uma grande chance, nos minutos finais do primeiro tempo, quando acertou um cabeceio no travessão de Sebastián Britos. Atuou improvisado como um segundo volante, indo tanto pelo meio quanto por dentro, contribuindo ao setor ofensivo mas sem jogadas de perigo contra a meta peruana. Na etapa final, foi substituído por Lucas Evangelista. Foi regular.
  • MAURÍCIO: atuou nos dois tempos mas pouco apareceu. Apesar de tentar o ataque em alguns momentos, cometeu erros de passe e o único acerto no confronto foi a assistência prestada à tentativa de Allan, que explodiu no travessão do goleiro uruguaio. O Verdão perdeu muito em criatividade e parte dessa culpa pode ser conotada ao camisa 8, em razão de seus lançamentos fracassados. Foi regular.
  • PIQUEREZ: poupado entre o elenco titular, substituiu Felipe Anderson, na etapa final do jogo de volta das oitavas de final da Conmebol Libertadores, no Allianz Parque, mas não teve chance de mudar a história de um confronto apático, preguiçoso, do Verdão, que fez valer, definitivamente, a vantagem que construiu com a goleada no duelo de ida. Foi bem.
  • FLACO LÓPEZ: os defensores da equipe peruana fizeram uma marcação cabal contra o atacante argentino Alviverde que, além disso, não parecia estar tão inspirado como esteve, por exemplo, no encontro entre as equipes em Lima, na semana passada, quando o camisa 42 anotou dois dos quatro gols do Palestra, no Estádio Monumental U, no Peru. Desta vez, quando teve chance, foi ineficaz. Foi regular.

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Sobre o autor

Jornalista formado, carrego o verde no coração e nas palavras. Especializado em cobrir o Palmeiras, transformo paixão em análises técnicas e narrativas profundas. Acompanho cada jogo, treino e bastidores do Verdão, trazendo conteúdo exclusivo e autêntico. Minha caneta honra a história centenária Alviverde, conectando torcedores às emoções do clube que move minha carreira.

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