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Jogo, jogadores e histórico dos adversários
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Gustavo Gómez
Ver jogadorA crise bancária que atingiu o Paraguai chegou ao entorno da final da Libertadores, mas a Conmebol garante que a decisão entre Palmeiras e Estudiantes, em 28 de novembro, em Montevidéu, não será afetada. A entidade tem dinheiro aplicado no Ueno Bank, banco paraguaio em crise, e afirma que isso não compromete a operação.
Segundo a Conmebol, são US$ 14 milhões (cerca de R$ 76 milhões) em um investimento de prazo fixo. A entidade diz que o valor não mexe com o fluxo financeiro e que representa aproximadamente 2,5% da receita total.
O que a Conmebol garante sobre a final
O planejamento da final segue como estava. O jogo é único e vale a taça da Libertadores. Para o torcedor que se organiza para ir ao Uruguai, o calendário segue o mesmo: o ingresso da Categoria 3 será liberado na sexta (6) e a supercaravana de ônibus está de pé.
A Conmebol também organiza a final da Copa Sul-Americana, entre Atlético-MG e Boca Juniors, no sábado, 21 de novembro, na Colômbia.
Por que a crise no Paraguai chegou ao futebol
O Ueno Bank patrocina a Copa Sul-Americana desde 2024 e passou a enfrentar dificuldades depois de uma intervenção do Banco Central do Paraguai, que bloqueou contas de clientes e provocou manifestações no país. A instituição também mantém vínculos comerciais com Cerro Porteño e Olimpia.
No Palmeiras, três paraguaios se manifestaram: Gustavo Gómez, Mauricio e Ramón Sosa assinaram um comunicado coletivo em solidariedade às famílias afetadas e cobraram providências das autoridades do país.
Até a viagem a Montevidéu, o Palmeiras ainda tem uma agenda cheia em novembro, e o adversário da decisão é o Estudiantes.
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