
Em sua rede social, o empresário, investidor e ex-presidente do Palmeiras, Paulo Nobre; expressou sua indignação com a arbitragem tendenciosa do Choque-Rei deste domingo.
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O quarto Choque-Rei desta temporada ficou marcado por uma atuação escabrosa do árbitro Raphael Claus e de Rodolpho Toski Marques, responsável pelo VAR no clássico que terminou em Palmeiras 2 x 1 São Paulo, neste domingo (18), no Allianz Parque.
No primeiro gol do Palmeiras, marcado por Flaco López aos 6 minutos do segundo tempo, o VAR revisou o lance após o bandeirinha assinalar impedimento e anular o tento Alviverde. Porém, Rodolpho Toski Marques validou o gol do atacante argentino.
Após o empate do São Paulo, com gol de Luciano, o Palmeiras marcou seu segundo tento na partida em um golaço do atacante Lázaro. Porém, no lance, Flaco López estava em posição de impedimento mas não participou da jogada. Mesmo assim, Claus anulou o gol.
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Além disso, Lucas Moura movimentou o braço e, com a mão direita, desviou cobrança de falta de Raphael Veiga, dentro da área do São Paulo; pênalti claro. Entretanto, Raphael Claus e Rodolpho Toski fizeram ‘vista grossa’ e não anotaram a falta a favor do Palmeiras.
A esdrúxula arbitragem do Choque-Rei, válido pela vigésima terceira rodada do Campeonato Brasileiro, foi alvo de críticas do Palmeiras que, inclusive, cancelou a entrevista coletiva do técnico Abel Ferreira, que seria concedida após o clássico.
Paulo Nobre, ex-presidente do Palmeiras, também disparou contra Rodolpho Toski Marques e Raphael Claus. Em sua conta na rede social Instagram, o empresário, investidor financeiro e piloto de rali disse que “querem impedir o tricampeonato palmeirense”.
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“Tô com a impressão de que ‘os deuses do futebol’ não gostariam de ver o Palmeiras tricampeão brasileiro. E creio que os competentíssimos integrantes do VAR são bem devotos desses deuses. Continuamos vivos, mas até quando?”, questionou Nobre.
O executivo ainda citou a parcialidade dos responsáveis pela arbitragem brasileira: “E o pior é que se faz vista grossa para esse estupro ao futebol, praticado pelo anonimato de quem decide o resultado de um jogo nos bastidores e conta com a complacência dos péssimos árbitros que, infelizmente, temos hoje em dia”, concluiu Paulo Nobre.
Ao fim do clássico, ainda houve uma confusão generalizada que poderá resultar em prejuízos tanto ao Palmeiras quanto para o São Paulo. Em sua súmula, Raphael Claus relatou os fatos e expulsou Zé Rafael, do Palmeiras, e Rodrigo Nestor, do São Paulo.
A situação do camisa 8 do Palmeiras e do camisa 11 do São Paulo poderá se complicar caso o Superior Tribunal de Justiça Desportiva decida por suspendê-los de 4 a 12 jogos, punição prevista no artigo 254-A do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD).
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