
Endrick foi perguntado sobre a pressão de ser jogador de futebol e devolveu uma comparação com quem vive fora dela. A fala saiu em entrevista à TV Globo, antes do amistoso da Seleção Brasileira contra a Austrália, na sexta-feira.
Não é difícil ser jogador, é difícil as coisas que acontecem, a gente não pode falar que é difícil ser jogador. Difícil é ser pessoas que tem que acordar 5 horas da manhã pra ir trabalhar, é estar trabalhando de segunda a domingo
O reconhecimento da cobrança
O atacante não negou o peso da profissão. “Claro, a gente tem uma pressão enorme, mas a gente tem que ser agradecido pelo que o futebol proporciona para a gente”, disse. E completou: “Claro que tem momentos de dores, momentos de pressão ali, mas o que o futebol proporciona para a gente são coisas maravilhosas, que podem mudar a vida das nossas famílias”.
Ele fechou o raciocínio pelo lado da gratidão: “A gente tá dentro do futebol fazendo o que a gente mais ama, ganhando dinheiro, podendo mudar a vida da nossa família”.
O caminho até aqui
Revelado na Academia de Futebol, Endrick deixou o Palmeiras para o Real Madrid e passou a temporada passada emprestado ao Lyon, onde somou minutos e reconquistou espaço na Seleção. Voltou ao clube espanhol e segue como um dos nomes que fazem da base do Palmeiras a mais rentável do país.
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