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Jogo e jogadores citados no texto
O Palmeiras vai jogar a ida da semifinal da Libertadores sem Abel Ferreira no banco. O Comitê Disciplinar da Conmebol julgou a expulsão do treinador contra a LDU e manteve um jogo de suspensão — o que cai exatamente em 14 de outubro, contra o Fluminense, no Maracanã. A decisão é definitiva e não cabe recurso.
O que a Conmebol decidiu
O julgamento podia ter sido pior. A entidade manteve apenas a suspensão automática de um jogo, sem acrescentar partidas, e aplicou multa de US$ 2 mil — cerca de R$ 11 mil. Abel foi expulso por Wilmar Roldán em 16 de setembro, no Equador, depois de reclamar de uma falta não marcada a favor do Palmeiras na partida de volta das quartas.
Quem comanda o time no Maracanã
João Martins, auxiliar e braço direito de Abel desde a chegada ao clube, deve orientar a equipe à beira do campo. Não é estreia: ele já assumiu essa função em outras ausências do português, inclusive em clássico, e conhece de cor o funcionamento da comissão.
Na prática, Abel não some do jogo — ele perde o contato direto durante os 90 minutos. A preparação da semana, a escalação e os ajustes do intervalo continuam passando por ele; o que muda é quem fala com os jogadores enquanto a bola rola, e a leitura ao vivo das substituições.
O peso da partida
A ida é no Maracanã, às 21h30, e a volta em 21 de outubro, no Nubank Parque, com Abel de volta. É o primeiro dos dois jogos que valem a final da Libertadores, dentro de um mês com sete partidas em que o Palmeiras ainda disputa o Brasileirão e tem semifinal de Copa do Brasil marcada para novembro.
Há um detalhe que o próprio calendário cobra: o Palmeiras sofreu metade dos gols da temporada depois dos 75 minutos, justamente o trecho em que a leitura do banco decide mais. É nesse pedaço do jogo que a ausência pesa.
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