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Jogo e jogadores citados no texto
Quando o Palmeiras está na frente do placar, Abel Ferreira só faz a primeira substituição, em geral, aos 69 minutos. Quando está empatando, mexe aos 62. Quando perde, aos 59. É o que mostram os 32 jogos de 2026 com todos os lances registrados, de 13 de maio até a vitória por 1 a 0 sobre o Vasco, na ida da semifinal da Copa do Brasil.
O achado interessa agora porque a volta, no domingo (8), às 17h, em São Januário, começa com o Palmeiras com a vantagem de um gol no agregado. O levantamento é exclusivo do Data Palestra, do Portal do Palestra.
Ranking horizontal com 3 itens, em minuto (mediana). Na frente (16 jogos) lidera com 69. A barra mais longa vale o maior valor e todas partem do zero
Ver os dados em tabela
| Item | Minuto (mediana) |
|---|---|
| Na frente (16 jogos) | 69 |
| Empatando (11 jogos) | 62 |
| Atrás (5 jogos) | 59 |
Na frente, ele espera
Dos 32 jogos, o Palmeiras estava na frente na hora da primeira troca em 16. Em todos eles terminou com a vitória. Nesses jogos, o minuto típico da primeira substituição é o 69, o mais tardio entre os três cenários.
Cinco desses 16 jogos tiveram a troca no intervalo, quando a vantagem já existia. Tirando o intervalo, o Palmeiras ficou na frente em 11 jogos, e o minuto típico sobe para 70. A distância para os 59 minutos de quando o time perde fica ainda maior.
Com 1 a 0, a troca vem depois da hora do jogo
O caso mais parecido com o que o Palmeiras terá em São Januário é o de estar na frente por um gol. Isso aconteceu em oito jogos, e o Palmeiras venceu os oito. A primeira troca veio no intervalo em dois (contra o Vitória e o São Paulo) e, nos outros seis, aos 63, 64, 69, 74, 74 e 79 minutos.
A mais recente é a ida contra o Vasco: Abel mexeu aos 63 minutos, com o 1 a 0 no placar, como mostrou o balanço do jogo de ida. A vantagem também é um tema da matéria sobre o fato de o Palmeiras não perder por dois gols em São Januário desde 2012.
O que os números não dizem
Os dados não provam que a troca tardia produz vitória. Quem está atrás mexe antes porque o placar obriga, e quem está na frente tem menos pressa. Em duas trocas do intervalo o Palmeiras tinha levado um vermelho aos 43 minutos, e em quatro jogos o adversário foi expulso antes da primeira troca, o que também muda o plano.
O levantamento tem só 32 jogos, e apenas cinco com o Palmeiras atrás, então o minuto típico desse grupo pode mudar com um único jogo. Antes de 13 de maio os lances não estão registrados. O histórico não prevê o que Abel fará em São Januário: mostra como ele costuma agir quando o jogo está do jeito que o Palmeiras quer.
Para acompanhar o momento do time antes da volta, vale ler o que Marlon Freitas disse sobre a vantagem.
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