
Ao final da partida em que o Palmeiras perdeu para o Novorizontino, a torcida Alviverde protestou contra o diretor de futebol Anderson Barros, defendido por Abel Ferreira.
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“P. que pariu, é o pior dirigente do Brasil, Barros”. Esse foi o grito da torcida Alviverde, entoado neste sábado (25), ao fim do duelo no qual o Novorizontino virou e derrotou o Palmeiras, em Barueri, por 2 a 1, na partida pela quarta rodada do Paulistão.
Até agora, dos pedidos de reforços do técnico Abel Ferreira, que apontou a contratação de um zagueiro canhoto, centroavantes, pontas e meio-campistas; o diretor trouxe ao Palmeiras apenas três reforços: Facundo Torres, Paulinho e Emiliano Martínez.
O protesto da torcida se dá pelas frustrações com os fracassos nas contratações de Matheus Pereira, Mathías Villasanti, Claudinho e Andreas Pereira, atletas importantes ao planejamento do Palmeiras às disputas desta temporada.
Assim tem sido desde 2022. Claudinho e Aníbal Moreno são exemplos da incompetência de Barros. O primeiro não veio, pela segunda vez, mesmo depois de 90% encaminhado. Moreno chegou no fim de 2023, mas havia sido negociado em julho do mesmo ano.
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Anderson Barros perdeu as contratações de Hulk e Gabigol, que chegaram a sinalizar disposição em transferir-se para o Palmeiras. O diretor também não obteve êxito nas contratações de Canobbio, Matheus Pereira, Villasanti, Hércules e Andreas Pereira.
Diante da manifestação dos torcedores do Palmeiras, Abel Ferreira desabafou, afirmando que este é seu último ano sob o comando do elenco Alviverde: “Cada vez que a torcida faz isso (vaias), atacam nosso símbolo, treinador, jogadores e diretoria”.
“Vou para meu último ano no Brasil. Em todos os anos houve momentos bons e ruins. Vamos continuar a seguir nosso trabalho. Não há nenhuma equipe que vai ganhar sempre”; completou o técnico do Palmeiras.
Ao defender Barros, Abel Ferreira cometeu um erro grave; disse que “o Palmeiras estava, em termos de dívida, uma lástima”, afirmando que o clube não podia comprar jogadores, o que não é verdade. As contas do Verdão estavam equilibradas na gestão Maurício Galiotte.
O português também lembrou dos 11 títulos conquistados, desde quando chegou ao Palmeiras, em novembro de 2020, e os cerca de € 400 milhões que o clube arrecadou com vendas de jogadores. Mas não criticou o fato de Barros não contratar atletas que lhe pediu.
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