
Próximo do segundo ano de existência, no Palmeiras, a direção Leila Pereira apresenta, no que diz respeito à gestão do futebol, estatísticas lamentáveis. Porém, apoia-se nas cinco conquistas, no período.
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O Palmeiras está há dois dias de registrar reforços para a disputa das próximas fases da Conmebol Libertadores. Segundo o regulamento da competição, os novos nomes tem de ser registrados até 72 horas antes da primeira partida das oitavas de final que, no caso do Palmeiras, está marcada para quarta-feira, dia 02 de agosto, contra o Atlético-MG, no Mineirão (leia-se, pasto).
Nos últimos dias, depois de perder nomes como Allan, que seguiu para o Flamengo, clube com maior apetite no mercado da bola, nesta janela; e Jean Lucas, transferido ao Santos; a diretoria de futebol do Palmeiras fez consultas por Aníbal Moreno (Racing) e Santiago Hezze (Huracán).
Até agora, o clube de Parque Antarctica é um dos poucos que não contratou nenhum reforço, desde a abertura do período que permite aos clubes as transferências de novos atletas. O prazo encerra-se dia 02 de agosto, quando o Palmeiras só poderá registrar nomes para a disputa do Campeonato Brasileiro, com uma ressalva; o jogador não ter disputado mais do que sete jogos nesta edição do torneio.
À parte a tensão externa com protestos de torcedores, por exemplo, internamente há divergências entre o que Abel Ferreira pede, mais um volante, e o que conselheiros e pessoas ligadas à diretoria de futebol acreditam ser mais eficaz; a contratação de um meia ofensivo e outro atacante, por exemplo.
Na gestão Leila Pereira, iniciada no fim de 2021, o Palmeiras conquistou cinco títulos, sendo eles: o Paulista de 2022 e 2023, o Brasileirão e a Recopa Sul-Americana de 2022, e a Supercopa do Brasil 2023.
Sobre finanças, a diretoria alega haver controle e, até por esta razão, tem se ‘assustado’ com os valores pedidos, por exemplo, por Wendel, do Zenit, e o próprio argentino do Racing, Aníbal Moreno.
Na última terça-feira, uma notícia revelou que o fluxo de caixa do clube continua comprometido; foi a reclamação do presidente do River Plate, de que, novamente, há uma parcela, referente à compra de Piquerez, em atraso. Porém, a Sociedade Esportiva Palmeiras refutou a cobrança.
Neste período de um ano e sete meses de direção da empresária e Anderson Barros, seu diretor de futebol, houve a contratação de dez jogadores, num total de R$ 156 milhões em investimentos, sendo que apenas Artur e Murilo continuam em campo, como titulares (ainda que Murilo esteja em transição, pós período afastado por contusão no ombro, com Abel Ferreira, às vezes, lançando Luan à vaga).
Merentiel, que chegou ao Verdão por cerca de R$ 7,4 milhões, está emprestado ao Boca Junior, que já afirmou que manifestará a opção de compra do atacante, ao fim do seu vínculo com o Palmeiras. Outros que seguiram, emprestados, foram Bruno Tabata, por quem foram pagos R$ 26 milhões, e Rafael Navarro, sem custos ao Palestra, e que foi para o Colorado Rapids (da MSL).
Por Artur, Cria da Base, o time de Parque Antarctica pagou, ao Bragantino, R$ 45 milhões. Murilo chegou valorizado a R$ 15,5 milhões.
Os demais contratados na gestão Leila Pereira, e que permanecem no time, são opções a Abel Ferreira, no banco, à exceção de Atuesta (R$ 20,7 milhões), que deve permanecer fora até o fim desta temporada. São eles: Flaco López (R$ 35,7 milhões), Richard Ríos (R$ 6 milhões), Marcelo Lomba e Jailson, ambos sem custos.
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