
Jogador não esconde a pretensão de servir à seleção brasileira e, por isso, o desejo de voltar a atuar no país e o Palmeiras, claramente, é a melhor vitrine. E não apenas para ele, mas para outros também que, por exemplo, não convocados por Tite, como Dudu e Raphael Veiga, podem ter sido os “responsáveis”, com suas ausências, pela ruína daquele elenco na edição 2022 do mundial.
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O Palmeiras vai aguardar o retorno dos agentes do meia-atacante Claudinho, atualmente no Zenit (Rússia), para definir se, pela segunda vez, inicia negociação para ter o jogador, ex-Bragantino, no elenco alviverde para o restante desta temporada e a sequência, claro, nas próximas.
Na última janela Abel Ferreira manifestou à diretoria do Palmeiras que uma negociação que resultasse na ida do jogador para a Academia de Futebol da Barra Funda lhe deixaria bastante satisfeito. Mas as negociações entre o atual campeão brasileiro não avançaram com o clube de Bragança Paulista, que transferiu o meia, para o time russo, por € 14 milhões – ao Palmeiras, pediram € 20 milhões
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Claudinho está valorizado no Zenit; em julho de 2022 o meia renovou com o clube russo, até 2027, com valorização salarial.
Os agentes do atleta viajaram à São Petesburgo para participarem das celebrações do time pela conquista do título local, na semana passada, segundo o jornalista Jorge Nicola. Além disso, devem tratar das situações de outros brasileiros, atuando no Zenit, como Gustavo Mantuan, Malcom e Robert Renan, já que também são agentes do trio.
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Ainda segundo Nicola, os russos teriam acenado, inicialmente, com uma proposta que Leila Pereira deve achar surreal e, de fato, até deve ser indecorosa, mesmo; € 40 milhões, ou seja, mais de R$ 215 milhões. Por mais que o atleta seja excepcional, falamos de duzentos e quinze milhões de reais!
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Para os agentes do atleta, não é interessante que ele deixe a Europa porque o mercado da bola o conhece e nenhum clube descarta poder contar com seu futebol. Mas não negam aceitar a transferência se houver um contrato longevo e com nova valorização salarial.
Para Claudinho, disputar campeonatos pelo maior do Brasil, com a chance de se destacar, é a porta de entrada para defender a seleção brasileira, seu objetivo, na carreira.
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