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Presidente do Palmeiras é vítima de golpe e vence Meta na Justiça

Sede da empresa norte-americana Meta, dona do Facebook, Instagram e WhatsApp, rede social em que a presidente do Palmeiras acabou vítima de golpe (Foto: Shutterstock/Askarim)
Sede da empresa norte-americana Meta, dona do Facebook, Instagram e WhatsApp, rede social em que a presidente do Palmeiras acabou vítima de golpe (Foto: Shutterstock/Askarim)

Vítima de golpe, a presidente do Palmeiras, Leila Pereira, elaborou boletim de ocorrência e acionou a Justiça contra empresa que, nesta quarta-feira, acabou condenada.

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Leila Pereira, presidente do Palmeiras, tornou pública uma séria situação: seu perfil no WhatsApp foi clonado por golpistas. Segundo a dirigente, criminosos criaram uma conta com seu nome para se passar por ela. Ao descobrir a fraude, a executiva fez boletim de ocorrência e acionou a Justiça para bloquear o número fraudulento.

À sua defesa, a Justiça de São Paulo concedeu liminar que determinava à Meta, dona das redes sociais Facebook, Instagram e WhatsApp, o compartilhamento de dados associados ao perfil falso, uma medida essencial para responsabilizar os responsáveis, demanda não atendida pela empresa norte-americana.

Esse tipo de golpe não é incomum: muitos usuários são vítimas de “perfis espelho” usados por criminosos para solicitar transferências financeiras ou dados pessoais. A clonagem de contas do WhatsApp é uma prática cada vez mais disseminada, especialmente entre figuras públicas.

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Leila alertou amigos, associados e pessoas do seu convívio a não atenderem ou transferirem dinheiro a partir de mensagens suspeitas vindas de seu nome. A iniciativa de levar o caso à Justiça reforça que pessoas físicas e jurídicas, vítimas de perfis falsos, têm suporte legal para buscar reparação.

Demonstrando indignação com o fato de não conseguir resolver a situação diretamente com a Meta, que não atendeu decisão judicial, a mandatária Alviverde deu seguimento à ação impetrada contra a empresa que, nesta quarta-feira, foi condenada a bloquear a conta utilizada pelos criminosos e a arcar com custas processuais e honorários advocatícios.

O Tribunal de Justiça de São Paulo determinou a sentença compreendendo que, ainda que não seja a responsável direta pelo WhatsApp, “detém capacidade de intermediação com a empresa controladora, devendo, portanto, adotar todas as providências necessárias para viabilizar o cumprimento da ordem judicial”.

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Sobre o autor

Jornalista formado, carrego o verde no coração e nas palavras. Especializado em cobrir o Palmeiras, transformo paixão em análises técnicas e narrativas profundas. Acompanho cada jogo, treino e bastidores do Verdão, trazendo conteúdo exclusivo e autêntico. Minha caneta honra a história centenária Alviverde, conectando torcedores às emoções do clube que move minha carreira.

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