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Finanças

Prejuízo do Palmeiras em pagamento à Samsung pode ser reduzido

Jogador Gualberto, do elenco do Palmeiras em 2009, quando o time era patrocinado pela Samsung (Foto: Fernando Pilatos/Gazeta Press)
Jogador Gualberto, do elenco do Palmeiras em 2009, quando o time era patrocinado pela Samsung (Foto: Fernando Pilatos/Gazeta Press)

O Palmeiras está sendo processado pela multinacional asiática Samsung, por quebra de contrato, na gestão Luiz Gonzaga Belluzzo, e deve ressarcir a fabricante de eletrônicos em dezenas de milhões.

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Presidente do Palmeiras entre 2013 e 2016, Paulo Nobre realizou uma verdadeira transformação no clube na gestão do futebol, do departamento financeiro, jurídico e marketing. A boa performance monetária de hoje é fruto da reestruturação do advogado e investidor, que também é piloto de rally.

Mas, antes dele, o time de Parque Antarctica teve Arnaldo Tirone e Luiz Gonzaga Belluzzo em suas presidências, e ambos cometeram erros que resultaram em prejuízos financeiros pagos por outros gestores, como Maurício Galiotte e Leila Pereira.

No caso da atual gestão, a dívida é com a Samsung, multinacional sul-coreana que assinou acordo de patrocínio no último ano da gestão Affonso Della Monica, em 2009, por três temporadas. Mas, no ano seguinte, sob o comando de Belluzzo, teve o contrato quebrado quando o Verdão assinou com a Fiat.

A indústria asiática pede a indenização de R$ 50 milhões ao Palmeiras, que já perdeu em primeira e segunda instância e dá como perdida a causa buscando, agora, alternativas para obter a redução do valor, oferecendo, por exemplo, publicidade à empresa no uniforme Alviverde.

Quando fechou com a montadora italiana o economista disse que a multa à sul-coreana seria paga por ela, que assim o fez. Porém, a Samsung alega não ter recebido valor algum.

Luiz Gonzaga Belluzzo, em entrevista à ESPN, disse que tentou vários acordos com a fabricante de eletrônicos, depois de admitir a quebra de contrato justificando-a pela rentabilidade muito superior com a assinatura com a montadora de automóveis. Sem acordo, a bomba ‘caiu no colo’ de Leila Pereira.

Na sua última entrevista (11) a dirigente Alviverde disse esperar fechar acordos com parcelamento, prazos e redução em troca de publicidade no uniforme do time, e aproveitou para alfinetar o ex-presidente, ao dizer que “…num clube de futebol, o presidente tinha que ser responsabilizado pelos atos de sua gestão”.

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Sobre o autor

Jornalista formado, carrego o verde no coração e nas palavras. Especializado em cobrir o Palmeiras, transformo paixão em análises técnicas e narrativas profundas. Acompanho cada jogo, treino e bastidores do Verdão, trazendo conteúdo exclusivo e autêntico. Minha caneta honra a história centenária Alviverde, conectando torcedores às emoções do clube que move minha carreira.

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