
No empate entre Palmeiras x Vitória o Alviverde teve um pênalti sonegado. No clássico Fluminense x Flamengo, uma falta idêntica teve a penalidade validada para o Rubro-Negro.
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Na última quarta-feira (19), diante de 39.080 torcedores presentes no Allianz Parque, Palmeiras e Vitória ficaram no empate sem gols, resultado que não alterou a posição das equipes na classificação do Brasileirão. O Alviverde, com 69 pontos, continua na vice-liderança e o Rubro-Negro baiano ainda é o primeiro time na zona de rebaixamento, com 36.
Todavia, o placar poderia ter sido outro se o árbitro Lucas Paulo Torezin e o VAR Rodolpho Toski Marques tivessem anotado um pênalti a favor do Palmeiras no último minuto da etapa inicial. No lance, um zagueiro do Vitória desviou o curso da bola, na área, com o braço direito mas a arbitragem alegou que foi com o ombro e não marcou a falta.
Entretanto, no clássico Fluminense 2 x 1 Flamengo, no Maracanã, o lateral-esquerdo Renê, do Clube das Laranjeiras, desviou chute de jogador Rubro-Negro, assim como aconteceu no Allianz Parque, e o VAR Wagner Reway recomendou revisão do lance ao árbitro Davi de Oliveira Lacerda, que consentiu com o pênalti a favor do time da Gávea.
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Um novo ângulo das imagens do lance entre Palmeiras e Vitória reacendeu a polêmica sobre o pênalti cometido pela equipe baiana contra o clube paulista. Segundo o vídeo, publicado acima, o jogador Rubro-Negro abriu o braço, intencionalmente, para desviar o curso da bola dentro da área dos visitantes.
A repercussão foi imediata: torcedores e perfis ligados ao Palmeiras se manifestaram afirmando que a arbitragem falhou. Custódio Dias afirmou: “Não foi ombro. Foi pênalti. Toque intencional ainda.” Essa declaração reforça a indignação de quem entende que a decisão impactou diretamente no resultado.
Além disso, a situação evidencia um problema recorrente no futebol: o limite entre toque legítimo e infração e os critérios para a marcação, ou não, de penalidades em casos como os ocorridos nos jogos em São Paulo e no Rio de Janeiro. Para piorar, Andreas Pereira recebeu dois amarelos contra o Vitória e acabou expulso após o apito final.
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