
Na tarde deste domingo, na Ligga Arena, o árbitro Jean Pierre viu, no vídeo, Zé Ivaldo afastando Endrick da bola, na área, com uma cotovelada; lance para expulsão, mas o árbitro só aplicou cartão amarelo.
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Quantos não tem sido os desatinos de equipes de arbitragem em campeonatos aqui, no Brasil? Erros absurdos cometidos não só contra o Palmeiras mas, também, com outros times do país.
Entretanto, o time de Parque Antarctica tem sido miseravelmente prejudicado em algumas das rodadas, já disputadas, desta edição do Campeonato Brasileiro. Por exemplo, contra o Atlético-MG, no oitavo jogo da competição, em Belo Horizonte; o árbitro Braulio da Silva Machado validou gol de Rony mas voltou atrás depois que o VAR sinalizou impedimento no lance. Detalhe: a linha foi formada na ‘diagonal’ porque não havia câmera, devidamente posicionada, para acompanhar e analisar a jogada com exatidão.
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Na ocasião, programas de debates esportivos consultaram árbitros e ex-árbitros, além de especialistas no assunto, e a opinião foi unânime; não houve impedimento e a forma como o lance foi definido como tal é irregular, uma vez que, na ausência de equipamento adequado, não se podia afirmar que o camisa 10 estava, de fato, impedido quando recebeu a bola que o atleta mandou, de bicicleta, para o gol do Galo.
Três rodadas depois e lá estava o Palmeiras, de novo, às voltas com um gol não validado. Foi contra o Bahia, na Arena Fonte Nova, na décima primeira rodada desta edição do Brasileirão. Nos acréscimos do primeiro tempo, Artur chutou rasteiro e o goleiro do time da casa segurou a bola depois da risca.
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Na partida contra o Botafogo, na rodada passada, no Allianz Parque; Anderson Daronco anulou gol de Gustavo Gómez por impedimento milimétrico, constatado pelo VAR, mas que não ficou tão claro, depois de a CBF (Confederação Brasileira de Futebol) divulgar o áudio da ocorrência.
Já nesta décima terceira rodada, na Ligga Arena (Arena da Baixada), o Palmeiras sofreu pênalti de Zé Ivaldo em Endrick que originou-se de uma cotovelada, uma agressão física intencional pois o atleta do “Furacão” deixa a bola para desviar o corpo em direção ao concorrente palmeirense para lhe acertar, propositadamente, no pescoço, com o cotovelo.
Chamado pelo VAR, o árbitro Jean Pierre Gonçalves Lima analisou as imagens do lance e, ao marcar o pênalti, aplicou cartão amarelo ao jogador do Athletico-PR quando a regra diz que a advertência tinha de ser dada com cartão vermelho.
Já Garcia, que havia tomado o primeiro cartão amarelo ao atrasar reposição de bola; cometeu um pênalti a favor do Athletico-PR e, recebendo o segundo cartão, acabou expulso, conforme ‘diz a regra’.
Ao final da partida, João Martins criticou a arbitragem e disse que foi bom ele estar na banco de reservas, referindo-se à possível explosão de fúria de Abel Ferreira, suspenso, no polêmico lance, em Curitiba.
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