
A forma com a qual o Palmeiras tem tratado suas finanças, com negociações milionárias de promessas, renovações e contratações estratégicas, garantindo receita e time competitivo; revela direção assertiva.
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Antes de negociar Kevin com o Shakhtar Donetsk, o Palmeiras comprou mais 20% dos seus direitos econômicos do Desportivo Brasil, clube que revelou o atacante. Desta forma, o Verdão ficou com 70% e o time de Porto Feliz, interior de São Paulo, com 30% do passe do jogador, de 21 anos.
Agora, a diretoria do Palmeiras refaz o processo com o colombiano Richard Ríos, na Academia de Futebol desde 2023, contratado junto com Artur; os únicos reforços ao elenco de Abel Ferreira em toda aquela temporada. O Verdão pagou ao Guarani R$ 6 milhões por 60% dos direitos do volante.
Ao contrário do atacante (25), negociado com o Zenit por cerca de R$ 96 milhões, o meia (23), com contrato até dezembro de 2025, podendo ser prorrogado até 2026, agora tem 70% dos seus direitos pertencentes ao Palmeiras, outros 10% em seu bolso, e Guarani e Flamengo com 14% e 6%, respectivamente. O clube de Campinas receberá R$ 1 milhão, enquanto os cariocas, R$ 500 mil.
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