
Faltam apenas 10 jogos para o Palmeiras disputar até a estreia no Mundial de Clubes FIFA 2025 mas o Verdão já se planeja para a competição e Abel Ferreira disse o que espera.
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O técnico Abel Ferreira revelou sua visão sobre as possibilidades do Palmeiras no novo Mundial de Clubes da FIFA. Em entrevista ao site oficial da entidade, o português estimou em apenas 10% as chances do Verdão conquistar o título inédito.
“É verdade que teremos 10% de hipótese de poder ganhar este Mundial, talvez? Pois bem, vamos lutar por estes 10% começando com nosso primeiro foco em passar a fase de grupos”, afirmou o comandante do Palmeiras.
Para Abel, o caminho do Palmeiras no torneio passa por dois pilares: competir e desfrutar da experiência. “Há duas coisas que nós temos que fazer: a primeira é competir, mas a outra é desfrutar de uma oportunidade que, por mérito próprio, conquistamos”, explicou.
O destino reservou um confronto especial logo na estreia da equipe brasileira no Mundial: o Porto, clube português com forte rivalidade regional com o Sporting, time que Abel Ferreira defendeu como jogador e treinou antes de vir ao Brasil.
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REAPRESENTAÇÃO COM FOCO NA ESTREIA DA COPA
“Foi sorteio, né? Para nós, enquanto Palmeiras, é o nosso adversário, é uma equipe que tem um histórico na Europa absurdo e em Portugal, também de muitas glórias”, comentou o treinador Alviverde.
“Há uma rivalidade muito grande entre norte e centro-sul, que é Lisboa. Mas, acima de tudo, o especial é por ser um clube português”, revelou Abel Ferreira que, ao analisar as virtudes do seu próprio time, destacou versatilidade e equilíbrio como características.
“É uma equipe que não é excelente numa coisa específica, mas é boa em tudo aquilo que faz. Nós somos bons e equilibrados para jogar em ataque posicional, para jogar em contra-ataque, somos bons nas bolas paradas”, admitiu o técnico do Palmeiras.
Para o treinador, a maior qualidade do Palmeiras está no aspecto mental. “Se eu tivesse que definir a nossa equipe, pediria duas palavras: equilibrada e competitiva. E depois tem uma parte a ver com a resiliência mental, que isso é algo que tem a ver comigo.”
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