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Palmeiras joga sem vontade e perde o Paulista; quem foi bem e quem foi mal

Vitor Roque em Corinthians 0 x 0 Palmeiras, pela final do Paulistão 2025, na Neo Química Arena (Foto: Cesar Greco/Palmeiras)
Vitor Roque em Corinthians 0 x 0 Palmeiras, pela final do Paulistão 2025, na Neo Química Arena (Foto: Cesar Greco/Palmeiras)

O jogo de ida da final do Campeonato Paulista entre Corinthians e Palmeiras, na Neo Química Arena, foi horroroso e não lembrou, nem um pouco, os clássicos entre as equipes.

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O Corinthians segurou o empate sem gols e ficou com o Paulistão sobre o Palmeiras, nesta quinta-feira (27), na Neo Química Arena, diante de 48.196 torcedores corintianos. O clássico não lembra, em nada, os homéricos Derbys do passado entre as equipes.

Muitas faltas foram cometidas, principalmente pelo time anfitrião, que via nas infrações a única maneira de bloquear o ímpeto do ataque do time visitante. Além disso, o Palmeiras sucumbiu aos desarmes do Corinthians em jogadas previsíveis pelo alto.

Para piorar, Raphael Veiga cobrou pênalti que, se convertido, poderia ter levado a decisão do título Paulista de 2025 para as cobranças alternadas de penalidades mas o meio-campista não teve sucesso na cobrança, defendida por Hugo Souza.

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COLETIVA ABEL FERREIRA | CORINTHIANS X PALMEIRAS | FINAL PAULISTA 2025

QUEM FOI BEM E QUEM FOI MAL EM CORINTHIANS 0 x 0 PALMEIRAS

  • FLACO LÓPEZ: entrou em campo no decorrer da segunda etapa, substituindo Mayke. Atuou com pouca participação mas ainda conseguiu fazer um cabeceio que não levou perigo ao gol do Corinthians, defendido por Hugo Souza. Foi regular.
  • VITOR ROQUE: um dos poucos jogadores do Palmeiras que atuaram com menos apatia no Derby. No entanto, ainda não ‘pagou’ a expectativa gerada com sua contratação. Foi responsável pelo pênalti cometido por Félix Torres. Foi bem.
  • WEVERTON: tomou um susto com uma bola na trave em chute de Rodrigo Garro mas, no geral, pouco foi acionado. No entanto, nos acréscimos finais do clássico, fez uma excelente defesa em tentativa de Yuri Alberto. Foi bem.
  • MICAEL: não atuou com segurança na primeira etapa, quando demonstrou certo nervosismo com erros de passes mas, ainda assim, antes do intervalo, fez um corte que impediu o Corinthians de abrir o placar. Foi regular.
  • RAPHAEL VEIGA: assim como no jogo de ida da final do Paulistão, na volta o meio-campista fez um jogo apático, sem muita participação ao ataque palmeirense e, quando em posse da bola, errou em alguns momentos. Também desperdiçou um pênalti. Foi mal.
  • ESTÊVÃO: muito marcado pelos defensores Alvinegros, a joia da Academia de Futebol 2 do Palmeiras não conseguiu atravessar a intermediária do Corinthians para surpreender o goleiro Hugo Souza. Teve uma atuação apagada. Foi mal.
  • ANÍBAL MORENO: retomou a titularidade porque Abel Ferreira preferiu poupar Richard Ríos, que retornou das Eliminatórias da Copa com desconforto. Atuou sem brilho, mas não comprometeu o elenco. Foi regular.
  • RICHARD RÍOS: entrou em campo na etapa complementar, na vaga de Emiliano Martínez. Foi aguerrido, tentou um chute de fora da área, defendido por Hugo Souza em seu canto esquerdo. Colaborou com algumas criações ao meio de campo. Foi bem.

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Sobre o autor

Jornalista formado, carrego o verde no coração e nas palavras. Especializado em cobrir o Palmeiras, transformo paixão em análises técnicas e narrativas profundas. Acompanho cada jogo, treino e bastidores do Verdão, trazendo conteúdo exclusivo e autêntico. Minha caneta honra a história centenária Alviverde, conectando torcedores às emoções do clube que move minha carreira.

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