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Jogo, jogadores e histórico dos adversários
O Palmeiras costuma resolver a partida antes de ir para o vestiário. Em 2026, o time marcou 52 gols e sofreu 18 nos primeiros tempos de seus 59 jogos, em todas as competições, e venceu 28 das 30 partidas em que foi para o intervalo na frente.
O levantamento exclusivo do Data Palestra, do Portal do Palestra, divide os 146 gols das partidas do Palmeiras no ano em faixas de 15 minutos, com os acréscimos somados ao fim de cada tempo. A conta vai até a vitória por 2 a 1 sobre o Fluminense, no Maracanã, na última quarta-feira (14). O jogo deste sábado, contra o Athletico-PR, em Curitiba, fica fora.
A tendência ganha peso para a próxima quarta-feira (21), às 21h30, no Nubank Parque, quando o Palmeiras recebe o Fluminense pela volta da semifinal da Libertadores. Com a vantagem construída no Rio, o empate garante a vaga na final, e o time não tem pendurados para a volta.
Contagens por faixa de minutos. Todas as barras usam a mesma escala.
Colunas por faixa de minutos, em gols. Palmeiras: 101 no total, mais na faixa 31–45+ (23); Adversários: 45 no total, mais na faixa 76–90+ (11). As colunas partem do zero
Ver os dados em tabela
| Faixa de minutos | Palmeiras (gols) | Adversários (gols) |
|---|---|---|
| 1–15 | 15 | 6 |
| 16–30 | 14 | 3 |
| 31–45+ | 23 | 9 |
| 46–60 | 20 | 8 |
| 61–75 | 13 | 8 |
| 76–90+ | 16 | 11 |
O fim do primeiro tempo é a faixa mais forte
Entre os 31 minutos e o intervalo, o Palmeiras fez 23 gols e sofreu 9. Nenhuma outra faixa do jogo rende tantos gols ao time em 2026. Foi assim na ida da semifinal: Flaco López abriu o placar aos 45 minutos do primeiro tempo no Maracanã.
O começo também é bom. Nos primeiros 15 minutos, o placar parcial da temporada é de 15 a 6. Entre os 16 e os 30, de 14 a 3, a faixa em que o Palmeiras menos sofre gols. O time saiu na frente em 43 dos 54 jogos em que houve gol.
Flaco López é quem mais aparece nesse período: marcou 12 dos 52 gols de primeiro tempo, no ano em que vive sua melhor temporada pelo clube. Depois vêm Maurício, com sete, e Gustavo Gómez e Jhon Arias, com cinco cada.
Vantagem no intervalo vira vitória
O Palmeiras foi para o vestiário vencendo em 30 dos 59 jogos do ano. Só deixou a vantagem escapar duas vezes: na derrota de virada por 2 a 1 para o Vasco, pelo Brasileirão, em março, e no empate por 1 a 1 com o Cerro Porteño, pela Libertadores, em abril.
Quando o intervalo chegou com o placar empatado, o cenário foi mais equilibrado: 9 vitórias, 10 empates e 5 derrotas em 24 jogos. Nas cinco vezes em que saiu atrás para o vestiário, o time não conseguiu virar: foram três empates e duas derrotas. Na temporada inteira, são 37 vitórias, 14 empates e 8 derrotas.
A reta final pede atenção
No segundo tempo, o Palmeiras segue marcando, com 49 gols, mas sofre mais: 27, contra 18 da primeira etapa. A diferença aparece sobretudo depois dos 30 minutos. Do minuto 76 ao apito final, o time fez 16 gols e levou 11, o maior número sofrido em qualquer faixa do ano.
O próprio jogo de ida lembrou o ponto. Marlon Freitas ampliou aos 40 do segundo tempo, e o Fluminense descontou com Wesley Natã aos 48, já nos acréscimos, gol que manteve a decisão aberta para São Paulo.
Na volta, com o empate a seu favor, o roteiro ideal para o Palmeiras é o de sempre em 2026: abrir vantagem antes do intervalo e administrar a reta final com cuidado. O retrato completo do momento do time está na página Como chega o Palmeiras, e o retrospecto da troca de peças ao longo do ano, no levantamento sobre o rodízio do elenco. Os ingressos para a volta seguem à venda, com nova parcial divulgada pelo clube.
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