
O zagueiro Nino, do Zenit, deixou o futuro aberto e disse que, por causa do filho Antônio, que tem síndrome de Down, nunca fecha a porta ao futebol brasileiro. Em entrevista ao canal Felipe Melo TV, no YouTube, ele contou que Palmeiras e Fluminense o quiseram em dezembro do ano passado e explicou por que nenhuma das negociações andou. O jogador tem 29 anos e contrato com o clube russo até junho de 2028.
Por meu filho, a gente não fecha nunca a porta de volta ao Brasil.
O que ele disse sobre o filho e o Brasil
Nino afirmou que a família pensa em priorizar o desenvolvimento do menino em algum momento da carreira. “Desde o nascimento do Antônio, eu e minha esposa nunca fechamos porta para clube nenhum”, disse. Para o zagueiro, estar no Brasil seria melhor para o desenvolvimento do filho, inclusive da fala.
A postagem da ESPN Brasil com a entrevista resume o tom da conversa, e a frase final dele virou o título da chamada.
Por que Palmeiras e Fluminense não fecharam
Segundo Nino, o Zenit só o venderia se fosse campeão, e o título russo só foi decidido em junho. “o Palmeiras não podia esperar até junho e desistiu da contratação”, contou. O Portal já havia mostrado o lado do clube em Palmeiras não podia esperar o Zenit por Nino, e o episódio em que o Zenit fechou as portas ao Palmeiras aconteceu antes.
Depois do título, o Zenit aceitou vender, mas nas condições do clube. “O Fluminense fez uma ótima proposta, mas eles pediram mais, e o Fluminense chegou no teto”, disse o zagueiro, que afirmou que as conversas nunca chegaram ao ponto de ele escolher um dos dois.
O que isso muda para o Palmeiras
O Palmeiras seguiu por outro caminho e fechou com Barboza, que está no elenco. O Fluminense, que também quis Nino, é o adversário da semifinal da Libertadores, com a primeira partida marcada para 14 de outubro, às 21h30.
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