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Jogo e jogadores citados no texto
Perguntado duas vezes, por repórteres diferentes, se o Palmeiras vai escolher entre o Brasileirão e as copas, João Martins deu a mesma resposta e o mesmo número. Repetiu a conta quatro vezes em oito minutos de coletiva.
Faltam 16 finais. Jogo a jogo. Já colocamos esse objetivo internamente.
A pergunta seguinte foi mais direta: com o Flamengo à frente nos critérios e três competições abertas, não seria o caso de mirar as copas? “O planeamento é, faltam 16”, respondeu. “E nós não vamos priorizar nada. Vamos fazer jogo a jogo, dar o nosso melhor pensando em nós. Nós não controlamos o trabalho dos outros.”
O que ele viu no empate
Sobre o 0 a 0, o auxiliar não terceirizou a responsabilidade nem diminuiu o adversário. “Ineficiência, ou falta de eficácia, no ponto mais importante no futebol, que é fazer o golo. Foi só isso que faltou”, disse. “Chutamos 31 vezes. Precisávamos de mais quatro ou cinco para ver se uma delas entrava.”
E fez questão de creditar o goleiro adversário: “quando um goleiro tem o rendimento que ele teve, é difícil não lhe dar os parabéns”. O capitão Gustavo Gómez foi na mesma linha, chamando Weverton de protagonista do jogo.
A conta da tabela
Martins também tratou o ponto conquistado como ganho parcial, não como perda. “Mais vale um ponto do que nenhum. Ainda ficamos a um jogo do primeiro classificado. Ainda temos o confronto direto, por isso tudo está em aberto.” O Palmeiras igualou o Flamengo em pontos e enfrenta o rival na 36ª rodada, em casa.
A íntegra da entrevista está no vídeo da coletiva, e o relato do jogo no texto do resultado.
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