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Futebol

Futuro presidente: Galiotte ganha força nos bastidores do Palmeiras

Maurício Galiotte, ex-presidente do Palmeiras
Maurício Galiotte, ex-presidente do Palmeiras

O nome de Maurício Galiotte voltou a circular com força nos bastidores do Palmeiras. Ex-presidente do clube entre 2017 e 2021, o dirigente é lembrado por ter dado continuidade à gestão de Paulo Nobre, mantendo o equilíbrio financeiro, fortalecendo o elenco e conquistando títulos importantes, como o Campeonato Brasileiro de 2018 e a Copa Libertadores de 2020.

Segundo apurou o PORTAL DO PALESTRA, conselheiros e associados enxergam Galiotte como uma opção segura e experiente para retornar ao comando do clube após o fim do ciclo de Leila Pereira. Internamente, há o reconhecimento de que o ex-presidente “cumpriu seu papel de forma exemplar”, segundo descreveu um conselheiro ouvido pela reportagem, destacando sua boa relação política e o respeito conquistado nos bastidores.

Leila Pereira, que sucedeu Galiotte e conta com seu apoio político, cumpre o segundo mandato permitido pelo estatuto social. O período à frente do Palmeiras se encerra no final de 2027 — início de 2028, tecnicamente — e a empresária não poderá tentar uma terceira reeleição.

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Galiotte e Buosi são nomes fortes da situação

Entre os possíveis nomes da situação, além de Galiotte, surge também o de Paulo Buosi, atual vice-presidente do Palmeiras. Bastante atuante na gestão Leila Pereira, Buosi é descrito como um dirigente participativo, com bom trânsito entre diferentes grupos do clube. Para parte dos conselheiros, tanto Galiotte quanto Buosi representariam continuidade administrativa, sem rupturas políticas bruscas.

“São dois nomes com experiência e perfil de liderança, que entendem bem o modelo de gestão atual”, comentou outro associado, reforçando que a tendência é a base aliada de Leila Pereira buscar uma candidatura de consenso.

Oposição ainda sem definição

Do lado da oposição, ainda não há um nome consolidado para disputar a presidência em 2026. Paulo Nobre, figura central na reconstrução financeira do clube na década passada, não pode mais se candidatar, já que abriu mão de seu cargo no Conselho de Orientação e Fiscalização (COF) e decidiu se afastar da política interna do Verdão.

Outro nome lembrado por oposicionistas, Savério Orlandi, que concorreu contra Leila Pereira na última eleição, ainda não é unanimidade entre os grupos contrários à atual gestão. Nos bastidores, há a avaliação de que a oposição deve se reorganizar ao longo de 2026 para definir um candidato competitivo.

Com o pleito se aproximando e o sucesso recente do Palmeiras dentro e fora de campo, o debate político promete movimentar os bastidores do clube nos próximos meses.

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Sobre o autor

Thiago Gomes é jornalista e editor-chefe do Portal do Palestra. Fundador do Palmeiras Online, ex-diretor do Palmeiras, administrador de empresas e especialista em marketing digital, acompanha e analisa o clube em texto e vídeo. Pelo Palmeiras, sempre!

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