
O Palmeiras está próximo de liquidar sua dívida com a Crefisa, patrocinadora máster do clube e com contrato até dezembro. Depois de nove anos, o total chegou a um dígito.
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Em 2015, quando iniciou-se a parceria entre Palmeiras e Crefisa, sua patrocinadora máster e de propriedade do casal José Roberto Lamacchia e Leila Pereira, conselheiro e presidente do clube, respectivamente; o clube recebeu aporte para contratações de atletas.
Luan, Borja, Guerra, Carlos Eduardo e Dudu chegaram ao Palmeiras graças aos valores investidos pela Crefisa no Verdão que, claro, comprometeu-se a devolvê-los, a partir de então, no decorrer dos anos e através de premiações por conquistas, por exemplo.
A dívida foi corrigida pelos juros da taxa de CDI (Certificado de Depósito Interbancário) e teve seu valor abatido com as negociações realizadas para as transferências dos quatro primeiros. Se Dudu tivesse sido vendido ao Cruzeiro, a dívida já poderia ter sido quitada.
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Além disso, os valores acordados para pagamento pela Crefisa ao Palmeiras, referentes às bonificações por conquistas de títulos, também foram revertidos à patrocinadora para abater o total devido pelo clube; assim aconteceu nos últimos anos.
Cerca de R$ 16 milhões foram devolvidos à Crefisa apenas com as conquistas das edições 2022 e 2023 do Campeonato Brasileiro, além do Paulistão de 2024. Atualmente, o total que o Palmeiras deve à sua patrocinadora está abaixo de R$ 10 milhões.
Assim, o débito, que estava acima de R$ 172 milhões no fim da temporada 2019, agora deve ser liquidado até dezembro, quando se encerra o acordo de patrocínio entre Crefisa e Palmeiras, que já não depende de recursos da empresa de créditos há tempos.
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