Pular para o conteúdo

Futebol

Clima pesa no Palmeiras e pressão sobre Anderson Barros cresce

Abel Ferreira, técnico do Palmeiras, em coletiva
Abel Ferreira, técnico do Palmeiras, em coletiva

O ambiente nos bastidores do Palmeiras voltou a ficar pesado neste início de temporada. Depois da derrota para o Botafogo-SP pelo Campeonato Paulista, a postura de Abel Ferreira em entrevistas acendeu o sinal de alerta e aumentou a pressão sobre a diretoria, especialmente em cima do diretor de futebol Anderson Barros.

Sem apresentar um futebol convincente em 2026 e ainda sem conquistas relevantes na temporada passada, o Verdão vê a paciência da torcida diminuir rapidamente. Nas arquibancadas e nas redes sociais, as críticas têm sido cada vez mais direcionadas não só ao desempenho em campo, mas também ao planejamento do clube.

Após o revés em Ribeirão Preto, Abel foi direto ao comentar o elenco. O treinador citou as saídas recentes e deixou claro que a responsabilidade pela reposição não é sua. “Eu trabalho com os jogadores que tenho. As decisões de mercado não passam por mim”, afirmou o português, em declaração que repercutiu fortemente entre torcedores e conselheiros.

Internamente, o discurso caiu como mais um elemento de tensão. A avaliação é de que Abel, ao cobrar reforços publicamente, jogou o foco da crise diretamente para a diretoria. Com isso, Anderson Barros voltou a ser questionado nos bastidores, especialmente pela demora em fechar contratações consideradas estratégicas para a temporada.

Mais notícias do Palmeiras:
+ Palmeiras tropeça fora de casa e adia classificação no Estadual
+ R$ 82 milhões! Palmeiras tem oferta nas mãos por Luighi

A pressão também respinga na presidente Leila Pereira, alvo frequente da torcida em momentos de instabilidade. A dirigente, que costuma adotar um tom firme em fases vitoriosas, agora vê crescer a cobrança por respostas mais concretas, sobretudo no mercado da bola.

O Palmeiras tem até março para registrar novos atletas no futebol brasileiro, e o tema reforços segue como prioridade. A diretoria trabalha em negociações consideradas complexas, envolvendo nomes como Arias, Nino e Almada. São tratativas longas, com valores elevados e concorrência externa, o que aumenta a dificuldade de avançar rapidamente.

Enquanto isso, o desempenho em campo não ajuda a aliviar o ambiente. Cada tropeço amplia o desgaste, aumenta a cobrança sobre o elenco e deixa a diretoria ainda mais exposta. No Palmeiras, a sensação é de que o tempo para respostas está cada vez menor — e o clima, mais azedo a cada rodada.

+ Siga-nos no X
+ Siga-nos no TikTok
+ Siga-nos no Instagram
+ Inscreva-se no YouTube
+ Inscreva-se no WhatsApp

+ Entre no canal do Telegram
+ Curta a página no Facebook

Veja mais notícias do Palmeiras, acompanhe os jogos do Verdão, história e títulos da Sociedade Esportiva Palmeiras.

O que você achou?

Sobre o autor

Thiago Gomes é jornalista e editor-chefe do Portal do Palestra. Fundador do Palmeiras Online, ex-diretor do Palmeiras, administrador de empresas e especialista em marketing digital, acompanha e analisa o clube em texto e vídeo. Pelo Palmeiras, sempre!

Ver perfil e matérias Como trabalhamos e corrigimos erros
Entrar no grupo