
Raphael Claus apresentou súmula do Choque-Rei com acusações infundadas contra Barros e João Martins e omitiu agressão de atleta do São Paulo contra funcionário do Palmeiras.
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Além de não conter informações verídicas, a súmula de Raphael Claus coloca o Palmeiras em risco no Brasileirão; é o que diz a direção do Alviverde, que pretende contestar o documento confeccionado pelo árbitro nos tribunais competentes.
Nesta segunda-feira (19), Anderson Barros disse ao portal ge que o Palmeiras vai ao STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva) e não à a Comissão de Arbitragem da CBF; pois o clube entende que as informações contidas nos relatos de Claus são inverídicas.
A agressão do zagueiro Sabino, do São Paulo, contra o jornalista Fernando Razzo Galuppo, historiador e funcionário do Palmeiras; foi omitida por Raphael Claus em sua súmula, apesar de dezenas de imagens denunciarem a ação.
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O árbitro FIFA também não descreveu em sua súmula, com exatidão, as falas de João Martins, auxiliar técnico do Palmeiras, expulso no primeiro tempo; e de Anderson Barros, na descida para os vestiários, no intervalo do quarto Choque-Rei da temporada.
Anderson Barros, diretor de futebol do Palmeiras, contradiz o relato de Raphael Claus que, no documento enviado à CBF (Confederação Brasileira de Futebol), afirma que o dirigente Alviverde lhe acusou de ser tendencioso.
O Palmeiras afirma que João Martins não disse a Raphael Claus que “a arbitragem, aqui, é uma vergonha”. Sobre o dirigente esportivo, o clube relata que a fala foi a de que o árbitro, naquela partida, estava agindo de forma a transparecer-se tendencioso.
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A súmula do árbitro também será contestada, pelo Palmeiras, acerca do relato feito sobre a confusão generalizada que iniciou-se no gramado do Allianz Parque e estendeu-se ao túnel de acesso aos vestiários do estádio.
O clube quer saber como foi que Raphael Claus tomou conhecimento de que o tumulto motivou-se a partir de provocações da dupla de gandulas do Palmeiras em frente ao banco de reservas do São Paulo, conforme relatado em sua súmula.
Em razão de tantos questionamentos, o Palmeiras vai ao STJD para pedir ao tribunal desportivo que exija do árbitro a apresentação de provas de todos os seus relatos feitos à Confederação Brasileira de Futebol (CBF).
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