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Carlos Miguel
Ver jogadorO 0 a 0 com o Santos, nesta quarta-feira (28), na Vila Belmiro, foi o 28º jogo de Carlos Miguel sem sofrer gol pelo Palmeiras em 2026. Em 59 partidas na temporada, todas como titular, o goleiro não foi vazado em quase metade delas e chegou a uma marca que, desde 2000, só Weverton superou num ano pelo clube.
Weverton terminou 2022 com 31 jogos sem ser vazado e 2023 com 35, segundo levantamento exclusivo do Data Palestra, do Portal do Palestra. Carlos Miguel já deixou para trás todas as outras temporadas do antecessor no clube, como os 27 jogos de 2020, e os 25 de Marcos em 2008. E o ano dele ainda não acabou.
Ranking horizontal com 9 itens, em jogos sem sofrer gol. Weverton, 2023 lidera com 35. A barra mais longa vale o maior valor e todas partem do zero
Ver os dados em tabela
| Posição | Item | Jogos sem sofrer gol |
|---|---|---|
| 1º | Weverton, 2023 | 35 |
| 2º | Weverton, 2022 | 31 |
| 3º | Carlos Miguel, 2026 | 28 |
| 4º | Weverton, 2020 | 27 |
| 5º | Weverton, 2019 | 26 |
| 5º | Weverton, 2025 | 26 |
| 5º | Weverton, 2021 | 26 |
| 8º | Weverton, 2024 | 25 |
| 8º | Marcos, 2008 | 25 |
Weverton é o único acima dele desde 2000
A comparação considera o goleiro que começou cada partida, em todas as competições. Weverton aparece sete vezes entre as nove melhores temporadas do período, de 2019 a 2025. Marcos, com 25 em 2008, divide o oitavo lugar com o Weverton de 2024.
Os 35 jogos sem sofrer gol de 2023 vieram em 68 partidas, média de 0,74 gol sofrido por jogo. Carlos Miguel tem média menor: em 59 jogos, o Palmeiras levou 40 gols com ele em campo, 0,68 por partida.
Menos de um gol sofrido por jogo
Com Carlos Miguel no gol, o Palmeiras venceu 37 vezes, empatou 15 e perdeu sete em 2026. Ele só ficou fora de quatro jogos do ano, todos com Marcelo Lomba, e o time sofreu seis gols neles. No total, são 46 gols sofridos em 63 partidas na temporada.
No Brasileirão, são 32 jogos, 15 sem sofrer gol e 22 gols sofridos. No Paulistão, foram seis jogos sem ser vazado em dez; na Copa do Brasil, quatro em cinco. A Libertadores destoa: em 12 jogos, o Palmeiras passou em branco três vezes e levou 11 gols.
Foi justamente no torneio continental que ele decidiu nos pênaltis. Em Quito, contra a LDU, pegou duas cobranças na disputa que levou o Palmeiras à semifinal. Contra o Fluminense, no Nubank Parque, defendeu o chute de Nonato e ajudou a classificar o time para a final, como mostram os pênaltis de Palmeiras x Fluminense.
Dez jogos sem gol nos últimos 15
A fase mais segura veio na reta final. Desde a ida das quartas da Copa do Brasil contra o Santos, em 26 de agosto, foram 15 jogos, dez sem gol sofrido e sete gols contra. Três deles saíram numa noite só, nos 3 a 2 da LDU em Quito, antes da disputa de pênaltis.
Carlos Miguel fez 157 defesas no ano, média de 2,7 por jogo. Contra o Santos, foram quatro, numa noite em que o rival finalizou 16 vezes, cinco no alvo. Os jogos de mais trabalho tiveram seis defesas cada: Guarani, pelo Paulistão, Fluminense, pelo Brasileirão de fevereiro, e Athletico-PR, em outubro.
Um ano depois da estreia, contada em Carlos Miguel completa um ano de Palmeiras, o goleiro chega à reta decisiva com a final da Libertadores contra o Estudiantes, a semifinal da Copa do Brasil contra o Vasco e cinco rodadas do Brasileirão pela frente. A fase do time está na análise do momento do Palmeiras.
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