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Barboza
Ver jogadorAlexander Barboza voltou atrás na forma, não no conteúdo. Um dia depois de responder na zona mista que a opinião da torcida sobre o esquema de três zagueiros “não é problema meu”, o argentino usou os stories do Instagram para se explicar.
Pessoal, não fiquem bravos. Meu português não é o melhor e não é fácil encontrar as palavras certas nas entrevistas. Entendo o torcedor e respeito seus gostos e opiniões, mas não posso fazer nada.
O que ele havia dito
A frase saiu depois da vitória por 1 a 0 sobre a LDU, quando o zagueiro foi perguntado sobre a insistência de Abel Ferreira na linha de três. “Eu gosto da formação, o professor também, por isso ele planejou desse jeito. Se a torcida gosta ou não, não é problema meu. Eu tento fazer meu melhor”, respondeu.
O trecho circulou isolado e foi lido como desprezo. Na explicação, Barboza manteve a defesa do sistema e transferiu a decisão para quem a toma: “para isso, temos uma comissão técnica dos melhores da América, que estuda e executa o plano de jogo”.
O contexto do sistema em discussão
O argentino é peça direta do desenho que a torcida questiona. Ele começou entre os três zagueiros contra a LDU, ao lado de Gustavo Gómez e Murilo, na formação que Abel manteve mesmo com a expectativa de retorno à linha de quatro.
Barboza fechou o recado com a única promessa que cabe a um jogador: “só posso garantir que dou o melhor toda vez que tenho que entrar em campo”. Ele deve seguir como titular em Quito, onde Gustavo Gómez cumpre suspensão.
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