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Arbitragem

Árbitro do polêmico São Paulo 2 x 3 Palmeiras deixa estádio sob escolta policial

Ramon Abatti Abel em São Paulo 2 x 3 Palmeiras, pela 27ª rodada do Brasileirão, no Morumbi (Foto: Ettore Chiereguini/AGIF)
Ramon Abatti Abel em São Paulo 2 x 3 Palmeiras, pela 27ª rodada do Brasileirão, no Morumbi (Foto: Ettore Chiereguini/AGIF)

Ramon Abatti Abel, que apitou o polêmico Choque-Rei entre São Paulo e Palmeiras, pela vigésima sétima rodada do Brasileirão; precisou da polícia para deixar estádio na Série B.

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Afastado pela Comissão de Arbitragem da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) por 30 dias após atuação polêmica em São Paulo 2 x 3 Palmeiras, pela vigésima sétima rodada do Campeonato Brasileiro, no MorumBis, no último dia 5 de outubro, o árbitro Ramon Abatti Abel retornou protagonizando outro episódio controverso, desta vez, na Série B.

Na última sexta-feira (7), apitando a trigésima sexta rodada da segunda divisão do campeonato nacional entre Athletic Club-MG e Ferroviária-SP, Abel precisou deixar o Estádio Joaquim Portugal (Arena Sicredi), no bairro de Matosinhos, em São João del-Rei (MG), sob escolta da Polícia Militar.

Nos minutos finais da partida, que estava empatada em 1 a 1, até então, um lance controverso marcou o momento da virada da equipe visitante que, assim como o time anfitrião, luta para se afastar da zona de rebaixamento. Mas o gol da Ferroviária foi anulado, por falta cometida no lance, após três minutos de análise de Ramon Abatti na tela do VAR.

Quando o confronto se aproximava do apito final, Vitor Barreto, da Ferroviária, foi expulso por falta. Seu treinador, Claudinei Oliveira, também recebeu cartão vermelho por reclamação, o que elevou ainda mais a tensão dentro de campo. A combinação de decisões contestadas e o desfecho da partida provocaram revolta de jogadores e torcida.

Após a paralisação pelas expulsões, o Athletic-MG cobrou a falta e marcou o gol que garantiu os três pontos para a equipe mineira que, com a vitória sobre a Ferroviária, deixou o Z4 da Série B com 40 pontos, mesma pontuação da equipe paulista, primeira na zona de rebaixamento com três vitórias a menos em relação ao time mineiro.

Em seguida, Ramon Abatti Abel apitou o fim do duelo e imediatamente foi cercado por jogadores e comissão técnica da Ferroviária que, com dedos em riste, exigiam explicações do conturbado ‘homem do apito’ sobre mais uma atuação profissional pífia do membro da Federação Catarinense de Futebol e, pasmem, árbitro do quadro da FIFA.

Diante da iminência de agressões contra Abatti Abel, parte do contingente da Polícia Militar do Estado de Minas Gerais, presente no estádio Estádio Joaquim Portugal, precisou intervir para garantir a saída do árbitro do campo e da própria Arena Sicredi em segurança. Por enquanto, a CBF não se manifestou sobre a nova ‘ramelada’ de seu integrante.

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Sobre o autor

Jornalista formado, carrego o verde no coração e nas palavras. Especializado em cobrir o Palmeiras, transformo paixão em análises técnicas e narrativas profundas. Acompanho cada jogo, treino e bastidores do Verdão, trazendo conteúdo exclusivo e autêntico. Minha caneta honra a história centenária Alviverde, conectando torcedores às emoções do clube que move minha carreira.

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