
Financeiramente o Palmeiras é o clube mais sólido do país, além de adquirir credibilidade que poucos times possuem. Além disso, conquistou muitos troféus na década. Confira.
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Há dez anos, sob a gestão do então presidente Paulo Nobre, a Sociedade Esportiva Palmeiras iniciava uma reestruturação interna que transformaria o clube na maior potência do futebol brasileiro dentro das quatro linhas e, também, fora delas.
Em uma década, o clube de Parque Antarctica converteu-se em um case de sucesso em administração financeira, geração de receitas e muitos títulos conquistados. Tanto no futebol brasileiro quanto no sul-americano, o Palmeiras tornou-se o “time a ser batido”.
A parceria com a Crefisa e a Faculdade das Américas (FAM), empresas do casal José Roberto Lamacchia e Leila Pereira, atual presidente Alviverde; possibilitou ao Palmeiras o desenvolvimento de diversos projetos que o colocaram em posição de destaque.
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Paulo Nobre, advogado, piloto de rali e investidor no mercado financeiro, orquestrou uma revolução no departamento de futebol do Palmeiras, empreendendo na melhoria de sua estrutura e melhorando a arrecadação na Arena Allianz Parque.
Mas “Palmeirinha”, como é carinhosamente apelidado, não direcionou os milhões de investimentos da Crefisa apenas ao futebol profissional. Às categorias de Base do Palmeiras, o então presidente possibilitou uma verdadeira insurreição.
De 2015 até os dias atuais o Palmeiras conquistou 14 troféus: Copa do Brasil (2015 e 2020), Brasileirão (2016/2018/2022 e 2023), Recopa Sul-Americana (2022), Supercopa do Brasil (2023), Paulistão (2020/2022/2023 e 2024) e Libertadores (2020 e 2021).
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Em entrevista ao portal ge, a presidente Leila Pereira disse que o Palmeiras fez um trabalho de excelência na última década, contando com os melhores profissionais, que permanecem no clube em virtude da pontualidade com que são honrados seus compromissos.
Após Paulo Nobre, assumiu a presidência da Sociedade Esportiva Palmeiras Maurício Galiotte e, posteriormente, Leila Pereira. Ambos tornaram-se desafetos de Palmeirinha mas, ainda assim, deram continuidade às transformações implementadas em sua gestão.
Nobre assumiu o Palmeiras em 2013 e quitou as milionárias dívidas do clube, quase R$ 200 milhões, emprestando dinheiro próprio, com juros mais baixos do que os praticados pelo mercado, para cobrir despesas com salários atrasados e outros compromissos.
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Em 2015, penúltimo ano de Paulo Nobre na presidência Alviverde, as receitas do Palmeiras foram da ordem de R$ 351,4 milhões. Em 2024, a gestão Leila Pereira atingiu recorde de arrecadação com R$ 1,2 bilhão e a expectativa para este ano é superar esta marca.
Tais números consolidaram ao Palmeiras a fama de bom pagador e de um clube que firmou-se como um dos que mais investem no futebol. Neste ano, o Alviverde injetou R$ 435 milhões em negociações no mercado da bola.
O trabalho de formação de jovens atletas na Base do Palmeiras também é considerado exemplo de sucesso a ser seguido por outros clubes. Sob o comando de João Paulo Sampaio, o clube já revelou, desde 2015, 45 nomes que subiram ao profissional.
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