
Abel Ferreira passou a semana dizendo que não ia poupar ninguém contra o Mirassol.
Escalou a força máxima possível, com o capitão recém-liberado pelo departamento médico e um volante improvisado na lateral esquerda, três dias antes de decidir uma vaga na semifinal da Copa do Brasil.
E aí, no minuto 87 de um jogo empatado que ele precisava vencer, parou de mexer.
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